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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Padrões mundiais de liderança ajudam relacionamento com equipe


Daniel Ramirez, presidente da Eagle’s Flight Brasil, falará no HSM ExpoManagement 2011 sobre as qualidades do líder como fatores-chave na gestão de pessoas e talentos


Harmonia da equipe e a gestão eficiente do capital humano são fatores que estão cada vez mais apreciados entre as competências dos gestores. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup, 67% das pessoas que pedem demissão não o fazem por insatisfação com seu cargo, mas sim por conta do modo de agir de seus líderes.

“Cada vez mais, as pessoas são o maior diferencial competitivo de qualquer corporação e devem ser tratadas como tal. Porém, quando elas não estão satisfeitas e não têm um líder que as incentive, a produtividade cai e fica muito mais difícil retê-las”, explica Daniel Ramirez, presidente da Eagle’s Flight Brasil.

O gestor que ministrará a palestra “In your hand - Os comportamentos de um líder world-class” na HSM ExpoManagement 2011, que acontecerá entre os dias 7 e 9 de novembro, lembra que o aumento das oportunidades de trabalho no Brasil tem sido um dos fatos que têm tornado profissionais de diversas hierarquias menos tolerantes à lideranças ineficazes.

Para Ramirez, mudar de emprego está mais fácil e, por isso, os gestores brasileiros que não mudarem seu modo de liderança ficarão cada vez mais suscetíveis à concorrência de perderem seus melhores colaboradores para as empresas internacionais, habituadas com outros padrões de gestão.

Se por um lado as expectativas são boas, para o empresário, o interesse dos líderes brasileiros em aprimorar seus processos de liderança tem aumentado ano após ano.

“A consciência existe, mas a dificuldade está em promover algumas mudanças de comportamento. O líder deve entender que sua função é cuidar para que seu time se desenvolva, estando próximo das pessoas e não como uma figura isolada em sua sala”, alerta.

Para dar início a essas mudanças e atingir os padrões mundiais de gestão,  o líder deve seguir três importantes lições:

●   Seja um exemplo nobre. Não é preciso ser um super-herói, mas sim possuir firmeza de caráter e ser um modelo de ética e de competência técnica para seus liderados.
●   Entenda que coaching não é uma tendência. O interesse genuíno em ajudar a equipe a melhorar é uma premissa da liderança e deve ser uma atividade permanente. Mais do que uma ocasião especial, é parte da rotina do líder e se inclui em seu rol de responsabilidades.
●   Saiba exigir resultados. O líder deve ser intolerante com a falta de resultados, porém à medida em que ele assume seu papel de liderança e conduz o coaching de modo correto, as metas se tornam parte inerente ao processo e a cobrança é cada vez menos necessária.

sábado, 15 de outubro de 2011

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia começa na segunda-feira

Fonte: Redação
Data: 14/10/2011 15:49


Começa no dia 17, e vai até 23 de outubro, a 8ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que terá a participação de 429 cidades brasileiras e 642 instituições. O evento é coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), e promovido em parceria com governos estaduais, municípios e instituições diversas.

A intenção é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia (C&T), valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação. O evento pretende mostrar também a importância da C,T& I para a vida de cada um e para o desenvolvimento do país.

O maior evento de divulgação científica do país abordará, neste ano, o tema “Mudanças Climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos”. A intenção é estimular a difusão dos conhecimentos e o debate sobre as estratégias e maneiras de se enfrentar o grande desafio planetário das mudanças climáticas e de prevenir riscos decorrentes de desastres naturais e de situações criadas pela ação humana.

A SNCT também promoverá atividades em torno do lema “Química para um Mundo Melhor”. A iniciativa atende recomendação da Assembleia Geral das Nações Unidas, que declarou 2011 como o Ano Internacional da Química, com o objetivo de estimular todos os países a realizarem ações para aumentar a consciência coletiva sobre a importância da química e suas contribuições para o bem-estar da humanidade.

A cerimônia de abertura oficial do evento está prevista para a próxima terça-feira (18), às 15h30, na Tenda da Ciência, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, autoridades do Executivo e Legislativo, autoridades do governo do Distrito Federal (DF) e representantes das instituições científicas do DF. Na ocasião, será lançado o selo alusivo à SNCT e haverá a entrega dos prêmios de Fotografia, Ciência e Arte e de Destaque do Ano na Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2011 contabiliza até o momento (13/10) 9.457 atividades cadastradas.

Informações: semanact.mct.gov.br

DIA DO PROFESSOR


PROFESSOR

Hoje, estamos comemorando a sobre vida, pois damos graças a DEUS, por não termos sidos ofendidos e apanhados por alunos e pais. Aqueles que sofreram estes tipos de agressões e têm a graça de estarem juntos com a família, podem comemora, aqueles que estão em hospitais por agressões, físicas, mais violentas e estão internadas, lamentamos e torcemos para uma recuperação sem seqüelas, físicas e psicológicas.

Agressões iguais ou piores sofrem no dia a dia, com salários que mal dá para sustentar as necessidades básicas de um “professor”, quanto mais alimentar seus filhos.
Agressões estas que são praticadas pelos governantes, que são privilegiados com os “SUPER-SÁLARIOS”, chegando a R$ 92,000.00 (SEM AS BENESSES).

Agressões truculentas, praticadas pelos “seguranças” das assembléias legislativas, câmara dos deputados e palácio do planalto, onde os professores sofrem agressões físicas por quem deviam protege-los.

Agressão conta a nossa dignidade, onde somos insultados por estes “governantes”, onde alguns dizem que devemos trabalhar por “amor“ a profissão.

Alegar que “eles”, os governantes chegam aos cargos públicos, porque estudaram e nós somos os responsáveis por isto, é um ledo engano, pois nós professores já fomos governados por um “presidente” analfabetos, o qual disse que ler não seria “sua praia”; temos vereadores(as), prefeitos(as), deputados(as) estaduais e federias, ministros(as) e outros administradores(as), analfabetos, semi-analfabetos e analfabetos funcionais.

Nós, professores, temos uma parcela de culpa neste quadro, pois não orientamos nossos alunos na prática de fazer política “correta”, não venderem seus votos e/ou de seus pais, não buscarem seus futuros em “cestas básicas/miséria, não aceita viver com R$ 70,00(setenta reais), convencidos que estão acima da linha da miséria, não aceitarem viver sem saúde, sem educação de qualidade, sem segurança, sem infra-estrutura, sem transportes, não acreditarem em promessas de “políticos”,
Se mobilizarem e cobrar de seus lideres comunitários o que rege a constituição.

Sei que temos muito há fazer e que com a situação, atual, que desenvolvemos nossos trabalhos, de educador, fica mais difícil atingir estes objetivos, mas sem a união e nossa participação, efetiva, este quadro, atual não muda, só vai piora.

SEM NADA A COMEMORA, DESEJO QUE TODOS TENHAM PAZ, SAÚDE E PERSERVERANÇA, NESTE DIA.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A DIFERENÇA ENTRE "KIT´S BÁSICOS E COMPLETO

O seu carro a gás natural

Este artigo esclarece dúvidas sobre os kits de conversão para GNV

Estamos ouvindo, por ai, que existe o KIT BÁSICO E O KIT COMPLETO, para conversão de carros usando o combustível gás natural.

O chamado KIT BÁSICO é composto de:
• Cilindro;
• Redutor;
• Chave seletora;
• Rele;
• Misturador;
• Acessórios.

O chamado KIT COMPLETO é composto de:
• Cilindro;
• Redutor;
• Chave seletora;
• Emulador de bicos;
• Variador de avanço
• Misturado;
• Acessórios.

Muito bem, devemos criar outra denominação para o KIT que contempla o sistema de pré - aquecimento e o emulador de sonda lambda?

Então vejamos o uso do chamado KIT BÁSICO, passa a ser danoso ao usuário do veiculo quando:

• Uso do RELE em detrimento ao EMULADOR DE BICOS. O uso do RELE é pratica para reduzir o custo da conversão, mas não o preço de venda. Não é raro a queima do RELE, pois além da soma da amperagem dos bicos ser maior que a capacidade dos contatos dos RELES, a qualidade dos RELES utilizados é muito ruim, assim provocando a queima dos bicos de injeção.

• A falta do VARIADOR DE AVANÇO. Os veículos têm o ponto ajustado para uso do combustível original (gasolina ou álcool), quando o veículo é convertido para o gás natural, é necessário ajustar este ponto que invariavelmente é atrasado. Com esta ação o veículo passa a ter um bom desempenho quando usado o gás natural. Na falta do gás natural, ao usar o combustível original, o veículo vai sentir a diferença de ajuste do ponto, provocando batidas das válvulas e desregulagem. Esta prática, com o tempo provoca danos ao motor do veículo. Com o uso do VARIADOR DE AVANÇO, o ponto é automaticamente ajustado, fazendo o veículo ter o desempenho muito parecido nos dois combustíveis.

• A falta da SONDA LAMBDA, além de dificultar a regulagem do veículo, provoca a indicação de defeito na injeção eletrônica, deixando o usuário sem este opcional para quando realmente tiver um defeito. Não é raro o uso de RELE para manter esta indicação apagada, da mesma forma deixa o usuário sem a indicação quando de um defeito real.

• A falta do sistema de PRÉ – AQUECIMENTO provoca perda de potência do veículo e choque térmico no motor, já que o gás natural, pela suas características, resfria quando do processo de descompressão. Este processo se dá quando o gás sai do cilindro (entre 220 e 5 kgf/cm2) e vai para o redutor, aonde chega com a pressão reduzida para 3,5kgf/cm2. Ao sair do redutor esta pressão cai para pressão atmosférica, assim entrando no TBI ou CARBURADOR do veiculo, frio. Para elevar a temperatura de detonação, o gás tira energia do motor para realizar a aquecimento assim provocando perda de potência.

Além do exposto, falta falar sobre o KIT CAGN que é o chamado KIT ECOLÓGICO. Porém deste falaremos em outra oportunidade.

Este artigo foi enviado pelo consultor técnico em gás natural Carlos Augusto Sobrinho.

GÁS NATURAL COM ÓLEO

Abastecimento gera problemas para os veículos

GÁS NATURAL COM ÓLEO

E o GNV? Temos aí um grande problema. Como fiscalizar os 1.446 postos que abastecem com GNV? Quais os procedimentos para a fiscalização? Quais os pontos de selagem dos dispensers? Quanto de óleo é permitido por metro cúbico de gás natural, no abastecimento? Qual é a densidade do gás natural quando o estado é abastecido por mais de uma fonte?
Existe a normativa da ANP – Agência Nacional de Petróleo, que regulamenta alguns pontos, como a pressão máxima de abastecimento – 220 kgf/cm² – (200 kgf/cm² + 10%) e a especificação do GNV.
A Petrobras, na década de 80, exigia que o máximo permitido de óleo no gás, para uso automotivo, fosse de 0.001 ppm (partes por milhão) e que o princípio de medição do GNV ao cliente fosse Coriolis.
Constatado que esta exigência selecionava alguns fabricantes de equipamentos (compressores), ela foi sendo deixada de lado, dando oportunidade para fabricantes de compressores lubrificados, sempre mais baratos que os isentos de óleo na compressão, ganhassem o mercado pelo preço. Hoje, temos a maioria dos postos com compressores lubrificados, que arrastam um volume de óleo muito grande para o cilindro e redutor do veículo consumidor. Não posso aqui quantificar este volume de óleo, pois depende de cada fabricante, da estocagem fixa e da manutenção. Não estaria errando em afirmar que há compressores, lubrificados, que enviam por dia um volume de 2 litros de óleo para os consumidores.
Outro aspecto que temos que considerar é qual a densidade deste gás após a compressão, com esta mistura de óleo. Como ainda não existe o plano de selagem para os dispensers, é muito fácil proceder à alteração da densidade, e desta forma burlar o consumidor e os órgãos de fiscalização, utilizando uma densidade durante o abastecimento e outra quando da fiscalização.
Não é raro o consumidor ficar surpreso que o cilindro do seu veículo, quando dos primeiros abastecimentos, caiba o volume especificado pelo fabricante e com a continuidade dos abastecimentos este volume vá diminuindo.
Podem existir algumas variações pela temperatura de abastecimento, pois quanto mais baixa a temperatura de abastecimento maior o volume, de gás, com a mesma pressão. O volume especificado pelo fabricante do cilindro perde muito com o acúmulo de óleo arrastado pela compressão, ocupando assim o espaço para o gás.
Fazendo uma atuação semelhante à que foi feita nos postos de combustíveis líquidos, vamos ter surpresas muito desagradáveis, não com adulteração, mas com uma variação muito grande de volume. Concluindo, temos dois fatos principais a considerar: calibração e medição dos dispensers e perda de autonomia do veículo por acúmulo de óleo dentro do cilindro do usuário.
Autor/Fonte: Carlos Augusto Sobrinho

CARRO A GÁS - CUIDADO COM A PRESSÃO DE ABASTECIMENTO

Cuidado com a pressão

O que é pressão boa? Vejamos. Todos os equipamentos que são utilizados nos veículos para conversão automotiva de GNV, são fabricados para suportar uma pressão máxima de operação de 220 kgf/cm2.
O compressor, que comprime o gás recebido pelo posto, é projetado para trabalhar com a pressão de operação de 250 kgf/cm2. Os cilindros da estocagem fixa, diferentemente dos cilindros automotivos, também são projetados para suportar uma pressão de operação de 250 kgf/cm2.
A pressão de 250 kgf/cm2, é para que seja possível manter a pressão mínima de 200 kgf/cm2, no dispenser, pois caso a compressão fosse somente até este valor não seria possível abastecer os veículos com a pressão 200 Kgf/cm2.
Por norma, a pressão máxima de abastecimento é de 220 kgf/cm2, ou seja, 10% (dez por cento) a mais em relação pressão de operação.

TEMPERATURA

A maior vilã para este processo é a TEMPERATURA. Quanto maior for à temperatura no momento do abastecimento, menos gás entra no cilindro, quanto mais baixa for a temperatura, mais gás entra no cilindro.
Os compressores, normalmente têm um sistema de resfriamento para o gás através de ar. Os projetos, com raras exceções prevêem que a descarga do gás ocorra 10°C acima da temperatura ambiente. Além deste problema a maioria das estocagens fixa dos postos, são muito pequenas, sendo a entrada e saída do gás por ogiva única superior, que não ajuda a reduzir a temperatura de descarga.
Como os compressores são lubrificados e arrastam óleo para o sistema, conseqüentemente para o cliente, ficando uma parte deste óleo na estocagem fixa, ocupando o espaço do gás, prejudicando mais ainda a troca de calor.
Vejamos. Para superar o volume de gás que é perdido pelo efeito da alta temperatura, os postos abastecem os veículos com pressões que chegam ate 250 kgf/cm2. Isto prejudica todos os componentes que fazem parte da adaptação para GNV, danificando e diminuindo a vida útil. O mais agravante é o grande risco de acidente provocado pela saturação precipitada destes componentes.

CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO

Outra grande queixa do usuário do GNV é que cilindro vai perdendo a capacidade de armazenamento de gás. Muito bem, lembram que comentamos sobre a lubrificação dos compressores? Parte do óleo que é arrastado pelo processo de compressão fica retido no cilindro do veiculo e aos poucos vai para o redutor, assim ajudando a danificar os diafragmas.
Quanto à pressão alta durante o abastecimento, o usuário pode ser um dos fiscais e denunciar para a ANP, os postos que usam este tipo de artifício para compensar a alta temperatura de descarga do compressor. Mas o que realmente falta é atuação dos órgãos fiscalizadores, a certeza da impunidade dos operadores dos postos e ação dos fabricantes dos compressores para melhorar o resfriamento do gás na descarga final de compressão, bem com fornecer junto ao sistema uma válvula reguladora de pressão, limitando a saída do gás para o dispenser em 220 kgf/cm2.
Este artigo foi enviado pelo consultor técnico em gás natural Carlos Augusto Sobrinho.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

PROFESSOR - INSTRUTOR.

Professor - Instrutor ELÉTRICA - INTRUMENTAÇÃO - VAPOR.- NR´S 10 BÁSICA E AVANÇADA - SEP - VÁLVULAS DE CONTROLE.  AUTÔNOMO.  Local de trabalho: Rio de Janeiro ou Região dos Lagos - RJ.  Regime de contratação de tipo Temporário Jornada: Diurna e Noturno . CONHECIMENTOS CONSOLIDADOS 
NAS ÁREAS DE: ELETRICIDADE, COMANDOS, CONTROLES,  MOTORES.
Contato: RJ- Rj: 21 2577 3676; Iguaba - Rj: 2624 3677. Celular: 21 9536 3334