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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

RETORNO - 5 CIRURGIAS EM 62 DIAS

Prezados leitores.
Estive ausente por um longo período, em função de um tratamento de saúde bem complexo.
Este problema de saúde teve início em 03/2016, quando estava retornado para casa, após ter ido ao banco. Iniciou com uma forte dor, no peito, ao lado esquerdo. Já tinha agendado consulta ao cardiologista para o dia seguinte, pois estas dores já estavam se tornando rotina. 
Durante a consulta, com o cardiologista, o mesmo me direcionou imediatamente ao hospital para internação e fazer o cateterismo. Resultado: 3 vasos entupidos. 1 vaso 100% entupido, 1 com 80% e 1 com 60%. Foi necessário fazer a angioplastia. Para tanto fiquei internado aguardando a autorização do plano de saúde, com os materiais solicitados pelo médico e esperando passar os efeitos do contraste do cateterismo. Passado os 10 dias do cateterismo e com o aumento das dores, foi realizada a angioplastia com a colocação de 2 stents, já que não foi possível desobstruir o vaso que estava 100% obstruído.
Durante o período que fique na UTI cardíaca, sentia dores na costa. Investigando estas dores, através de Tomografia Computadorizada, foi constatado um, "achado", nódulo no corpo do pâncreas.
Com as investigações mais profundas, em consulta com oncologista e Ressonância Magnética, foi confirmado um câncer no corpo do pâncreas, em estagio inicial. Observando que ainda estava sob os cuidados do cardiologista em recuperação da angioplastia. Neste período já estávamos em maio/2016. 
Agora, o que fazer? A cirurgia do câncer era necessária e não podia esperar o desenvolvimento do mesmo. O risco de enfartar durante a cirurgia era muito alto, já que teria que suspender os remédios anticoagulantes do coração. Com a cabeça em "ebulição", tive que ser muito frio e racional, era necessário o apoio da minha família. Neste período esta em Fortaleza, somente com minha noiva que é nativa e moradora de Fortaleza.
Procurei minha família no Rio de Janeiro e em comum acordo e apoiado por eles, resolvemos ir para o Rio de Janeiro e realizar todos os procedimentos.
Ai começa a saga para identificar o cirurgião que tivesse capacitação para enfrentar este desafio. Durante esta busca, tive medos e otimismo, provocados pelas entrevistas com os cirurgiões. Alguns não queriam nem pensar na possibilidade desta cirurgia, pelo grande risco cardíaco.
Foi quando encontramos o Dr. Ricardo Cota. Logo na primeira consulta, fomos tranquilizados, quando ele disse: O seu histórico clinico não me preocupa. Prefiro um paciente que eu saiba o seu verdadeiro status, do que um que aparentemente esteja muito bem. Seguindo ele disse: A minha equipe esta preparada para cuidar de você.
Fomos para a cirurgia no dia 13/07/2016. Sucesso total, apesar das 2 hemorragias, quedas da pressão, insuficiência renal. foi retirado o corpo e a calda do pâncreas e o baço.
Depois de 17 dias tive alta hospitalar, indo para o apto. da minha irmã. Passado 10 dias,comecei a sentir fortes dores, quando fui para a emergência do hospital que realizou a cirurgia. Fui internado com infecção em varias "lojas" e bactérias diferentes. Foram realizadas mais duas cirurgias, inclusive abrindo a cirurgia do pâncreas, resultando em dois drenos. Durante esta recuperação hospitalar, tive um derrame pleural , resultando em nova cirurgia e colocação de um outro dreno. Em fim, foram 5 cirurgias em 62 dias, com anestesia geral e o coração resistindo a tudo.
Este é somente um resumo destes 8 meses ausentes, já que muitas outras situações de sofrimentos aconteceram.
Hoje volto a escrever, após ter retirado o dreno da pleura, a 2 dias atrás.
Agradeço a todos que oraram, torceram, me ajudaram financeiramente, a meus  familiares e principalmente a DEUS, por esta oportunidade de retomar a fazer o que mais gosto. Trabalhar 

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Midiática


1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retro cesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução s e tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
  
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO A CRIANÇAS DE POUCA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos.

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade das educações dadas às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover o público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO CULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.


No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

CONCEITOS IMPORTANTES PARA COMPRESSORES NÃO LUBRIFICADOS

 
Em geral, a melhor visualização para uma compressão não lubrificada é a imagem de uma caneta borracha sendo esfregada contra a superfície de um papel. A quantidade de borracha desprendida depende da freqüência e velocidade de fricção, pressão a qual a caneta é submetida contra o papel, e a rugosidade da superfície do papel (uma lixa d’água seria o caso mais extremo).
Há alguns conceitos importantes em compressores não lubrificados que devem ser seguidos a fim de assegurar uma instalação bem sucedida e de baixa manutenção:

  • -          Velocidade baixa do pistão
  • -          Curso do êmbolo maior – velocidade de rotação
  • -          Baixas pressões de superfície
  • -          Baixo contato de fricção
  • -          Temperaturas de descarga moderadas

O primeiro axioma visa limitar a velocidade do pistão (i.e velocidade de fricção). A técnica que tem sido usada pela industria de compressores é a de um valor de 700fpm. Este limite se provou como um bom ajuste entre os limites do projeto, custo inicial, faixa de desgaste e para a vida útil do anel do pistão, e é seguido pela industria GNV.
O segundo ponto é que um percurso maior do êmbolo é benéfico, pois a fricção gera calor e o calor e um inimigo da vida útil da vedação e da vida útil do anel.
A caixa do Carter será maior que o menor movimento do pistão em uma unidade de alta velocidade. Isto é importante para assegurar que a superfície da biela do pistão se alterne abaixo do Carter de alta pressão e também seja exposta a atmosfera a fim de que haja dissipação do calor. Além disto, as bielas devem ter uma rigidez de 55RC para melhorar a vida útil da vedação.
Com uma limitação na velocidade do pistão e um período mais longo do pistão, assume se que a velocidade de rotação deve ser minimizada. Valores menores de rpm também são benéficos na redução do gradiente de calor dentro do compressor, pois o calor residual é maior. Com isto a vida útil da válvula é aumentada. Todos estes pontos concorrem para uma baixa manutenção.
A vida útil da faixa de uso é proporcional a pressão exercida pelo peso do pistão e a 40% do peso da biela dividido pela área projetada pela banda – usando se 120° do arco da circunferência. Isto é importante para a vida útil da faixa de uso comercial que a pressão de superfície do projeto seja de 5psig ou menor. A taxa de uso aumenta exponencialmente - um projeto de 7psig teria uma faixa de uso três vezes maior que um de 4psig.
O polimento do cilindro interno e a busca pelo menor coeficiente de fricção no mesmo é muito importante. O esmerilhamento e a cobertura por TEFLON têm sido usados por anos. No entanto, técnicas mais recentes mostram que o uso de nitritos e sua ionização nos cilindros fazem com que uma maior uniformidade na superfície interna seja alcançada, bem mais do que as técnicas usadas anteriormente e alem disto a superfície com nitrato ferroso se mostra resistente à corrosão e com enorme resistência (de até 40 RCC), que mais tarde irá beneficiar o uso do anel.
Temperaturas de descargas moderadas são importantes desde que o calor afetará a vida útil dos anéis de teflon. O calor amolece os anéis e causa sua deformação e desgaste prematuro.A temperatura de 275°F deve ser mantida quando possível.
O último ponto a ser considerado é sobre o projeto isento de óleo. Compressores não lubrificados são oferecidos com um distensor padrão (parte que conecta os cilindros ao chassi e permite acesso ao Carter), mas neste caso pequenas quantidades de óleo do Carter podem migrar através dos limpadores ao longo da haste do pistão para os cilindros. Praticas anteriores têm diminuído o tamanho destes distensores.
  
Para um projeto verdadeiramente isento de óleo o fornecedor pode instalar um distensor maior que evitará que a biela do pistão sobre os limpadores alcance a área do Carter. Geralmente um dispersor de óleo é instalado também a fim de evitar qualquer migração.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

ENFRENTANDO A CRISE - AT NEWS 23

Estamos atravessando umas das maiores crises que este nosso Brasil já enfrentou.
Crise Moral, Ética, Política, econômica, Social, Educacional, desemprego, inflação em dois dígitos, crise hídrica, crise energética, corrupção, manifestações, dólar nas alturas, juros subindo, são apenas algumas. Obviamente, diante de tanta negatividade é natural que os empresários  se sintam no meio de um caos e, desta forma, começam a tomar algumas medidas para enfrentar a crise, a questão é: quais medidas devem ser tomadas, porque e quando? Pensando nesta situação enumerei alguns tópicos para reflexão: 

1.    Analise a crise.

Antes de começar a dispensar pessoas, cortar investimentos, correr aos bancos e etc., informar-se sobre a crise, quais são as causas, efeitos e possíveis soluções?  Procure fontes confiáveis, jornais, revistas e profissionais especializados, elimine os comentários do tipo “ouvi dizer”. Reflita sobre como a crise pode afetar, de alguma forma, sua empresa.

2.    Planeje. 

Reserve um momento do dia para reflexão, esteja em companhia de assessores que sejam otimistas e com visão do futuro. Você já se informou sobre a crise e sabe de que maneira ela pode afetar sua empresa, agora trace alguns planos para evitar os efeitos sobre a sua empresa, faça um planejamento com ações e efeitos e coloque-os em ação.

3.    Entenda as ações de seus clientes.

Busque saber quais as ações que seus clientes estão tendo diante da crise, qual a percepção e opinião sobre a crise,  quais os seus planos para o curto e médio prazo, prontifique-se a ajudá-lo no que for preciso.

4.    Reavalie o seu plano de investimentos.

Reavalie seu plano de investimento, mantendo o foco nos produtos e serviços que gerem receitas imediatas. lembre-se que as vendas vão necessitar de maiores esforços e atração.

5.    Reavalie o seu fluxo de caixa.

O seu fluxo de caixa mais que nunca será uma ferramenta essencial para o seu negócio, carregue-o em suas negociações diárias com fornecedores e clientes. Realize o seu fluxo de caixa permitindo visibilidade diária, semanal e mensal de seus gastos e receitas, negocie pagamentos e receitas para manter o seu fluxo de caixa equilibrado.

  
6.    O gerente do seu banco não é seu amigo.

Se mesmo tentando equilibrar o seu fluxo de caixa você tiver a necessidade de recorrer aos bancos, lembre-se que o gerente do banco não é seu amigo, ele é funcionário do banco e como tal fará o melhor negócio para o banco e para atingir as suas metas, então negocie os juros e as taxas e consulte sempre outros bancos. Caso seja possível troque dívidas que contenham juros altos por dívidas com juros mais baratos.

7.    Foque na Receita.

Monte um plano de ação para aumentar as suas receitas, converse com os seus vendedores, distribuidores e etc., tente captar novas idéias para o negócio,  inove na propaganda de sua empresa e de seus produtos, se você conquistar novos clientes, aumentará suas receitas e ficará mais forte  durante e depois da crise.

8.    Inove em seus produtos e serviços.

Promova inovações em seus produtos e serviços, tornando-os mais atraentes e necessários a seus clientes.

9.    Não se deixe influenciar pelos pessimistas.

Afaste-se dos pessimistas, o pessimismo pode influenciar as suas ações e fazer com que você se precipite, o que é solução para uma empresa pode não ser a mesma solução para outra.

  
10. Sobre a sua equipe.

Mantenha a sua equipe motivada,  somente você pode fazer isso, converse com seus colaboradores e ouça-os também, explique que serão tomadas ações para conter os efeitos da crise sobre a empresa, sempre em tom positivo, não espalhe o terror.

11. Acredite.

Continue acreditando no seu negócio, se você não acreditar ninguém mais acreditará, mantenha-se ativo e firme para que as pertubações causadas pela crise não o derrube.



quinta-feira, 12 de maio de 2016

Gestão de crise x Gestão de oportunidades - ART NEWS 22

ART NEWS 22
Gestão de crise x Gestão de oportunidades

Com os problemas econômicos e a crise em diversos setores, inúmeras organizações têm revisto e olhado com mais atenção os seus planejamentos estratégicos. Falando em grandes corporações, isso se torna mais forte. Por isso, é imprescindível estar atento ao mercado, com foco na gestão de riscos e também na gestão de crise. Estou em crise, o que posso fazer? Como pode se ver oportunidade em um momento tão conturbado?
Segundo o especialista em planejamento Luciano Vicenzi, a empresa precisa no primeiro momento saber comunicar, tanto internamente quanto externamente, expondo de uma maneira clara, ética e objetiva o que se passa naquele momento. “Esse é um primeiro passo, o segundo passo é mapear o que houve de errado e quais pontos levaram a isso. Para aí conseguir achar uma solução, reinventado a empresa”, afirma.
Nesses momentos, quem entra em ação é o plano de contingência e a gestão de riscos. É necessário que as empresas tenham isso, para que em caso de crise possam estar alicerçadas em um plano sólido, construído por especialistas e a alta gerência. “A gestão de riscos permite à empresa montar cenários diversos, podendo se adequar à situação atual”, coloca Maurício Carvalho, ganhador do último Prêmio Equilibrista, premiação concedida ao profissional que se destaca em projetos financeiros.
Esse período de mudanças tem que ser muito bem traçado pela empresa. Como relata Luciano Vicenzi, a primeira atitude é alinhar com os gerentes e seus colaboradores o que será utilizado neste novo momento, já que são eles que entregam o produto para os clientes e stakeholders. O segundo passo é criar um comitê de riscos, formado pelo board e área de compliance, para analisar a aderência das práticas, atividades e suas regulamentações, além de ter a ação de uma auditoria externa, para que possam fazer uma análise criteriosa desse planejamento.
A crise está aí e afetando desde o pequeno ao grande empreendedor. Porém, o planejamento antecipado e uma gestão de crise pode transformar esse momento ruim em uma oportunidade para se rever conceitos e, até mesmo, reposicionar e reinventar a organização. As oportunidades podem surgir dos mais variados meios, basta o head da empresa estar antenado para as perspectivas que surgem ao longo deste ardo caminho.
*Artigo escrito pela equipe do ISAE/FGV*


domingo, 24 de abril de 2016

AS NORMAS REGULAMENTADORAS

AS NR´S
  As NR’s (Normas Regulamentadoras), relativas à segurança e saúde ocupacional, são de observância obrigatória para toda a empresa ou instituição que admitem empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Isso também inclui empresas privadas e públicas que tem funcionários regidos pela CLT, órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como, também os órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário que tem funcionários regidos pela CLT.

  As Normas Regulamentadoras foram criadas a partir da lei N° 6.514 de 1977. A lei alterou o Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. As NR’s foram aprovadas pela Portaria N.° 3.214, em 08 de junho de 1978.