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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

NR - 10 AVANÇADA - SEP. Capitulo 8 - Equipamentos de proteção coletiva ou EPC´s


8 - Equipamentos de proteção coletiva ou EPC´s

Como estudado, até agora, ratificamos que eletricidade MATA.
Nos trabalhos em instalações elétricas, previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, ás atividades a serem desenvolvidas, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores.

As medidas de proteção coletivas compreendem, prioritariamente a desenergização elétrica, e na sua impossibilidade, o emprego das medidas estabelecidas na NR – 10, já estudadas anteriormente. Esta medidas visam a proteção dos trabalhadores e todos as pessoas envolvidas com a atividade elétrica, ou que possam estar nas proximidades e em atividades paralelas nas redondezas. principalmente, aquelas que vão executar os serviços.

Equipamentos de proteção coletivos são dispositivos utilizados para proteção de toda e qualquer pessoa que esteja exposta a riscos enquanto realiza determinada atividade.

O ambiente de trabalho deve garantir a saúde e a segurança do trabalhador através de proteções coletivas. Principais equipamentos de proteção coletiva:
  • Conjuntos para aterramento temporário – Tem a finalidade de proteger os colaboradores no caso de fuga de tensão.
  • Fitas de demarcação reflexivas - Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho.
  • Coberturas isolantes – Tem a finalidade de isolar as partes energizadas da rede durante a execução de tarefas.
  • Cones de sinalização (75 cm, com fitas reflexivas) – Tem Finalidade de sinalização de áreas de trabalho e obras em vias públicas ou rodovias e orientação de trânsito de veículos e de pedestres, podendo ser utilizado em conjunto com a fita zebrada, sinalizador STROBO, bandeirola, etc.
Aterramento – Garantir a segurança ao pessoal de manutenção de linha de transmissão e das estações, durante a execução de serviços em equipamentos e/ou em instalações desenergizadas.

    Tipo – Baixa e altas tensões.
    Finalidade – Equalizar as fases com o ponto aterrado.

Inspeção visual – Defeitos nas conexões, nas molas e nas travas e na oxidação. Limpar os grampos do conjunto de aterramento periodicamente com escova de aço, para garantir uma boa conexão. Em caso de atuação do conjunto de aterramento, o mesmo deverá ser inutilizado.

Aterramento elétrico temporário – Ligação elétrica efetiva e adequada intencional á terra, destinada a garantir a equipotencialidade e manter a continuidade durante a intervenção na instalação elétrica.

Segurança pessoal – O objetivo principal do aterramento temporário para intervenção em equipamentos ou instalações, é o de fornecer segurança ao pessoal envolvido (pela limitação da corrente que pode circular no corpo humano) em caso de energização acidental, descargas atmosférica, tensão estática e tensão induzida capacitiva e/ou eletromagnética.

Conjunto de aterramento temporário – Conjunto de componentes para ligações da malha terra (ou estrutura), aos condutores/equipamentos com os quais se executará os serviços com a finalidade de segurança pessoal, composto de cabo condutor, grampo de fixação (á terra e aos condutores/equipamentos a serem aterrados), bastões de manobras para aterramento, bastões de manobras auxiliares.

Características do conjunto de aterramento temporário.
} Conduzir a máxima corrente de curto-circuito, pelo tempo necessário á atuação do sistema de proteção, garantindo a segurança do homem de manutenção, no caso de energização acidental da linha ou da instalação, além de conduzir correntes induzidas de estado permanente;
} Suportar os esforços mecânicos criados pelas correntes de curto-circuito;
}  Garantir um baixo valor de resistência ôhmica para terra;
}  Manter, por ocasião da corrente de curto-circuito, uma queda de tensão através de sua parte condutora;
} Os bastões para a execução do aterramento, devem possuir isolamento compatível com a classe de tensão do equipamento ou da linha em que serão realizados os trabalhos.

Características dos componentes do conjunto de aterramento temporário.

Cabo condutor:
}  ser ótimo condutor;
}  Ser extra flexível;
}  Possuir revestimento transparente para visualização do condutor interno;
}  Ter comprimento compatível com a necessidade da instalação;
}  Ter secção compatível com a corrente de curto.

Grampo de aterramento:
} Ter capacidade de condução da corrente máxima de curto-circuito, suportável pelo cabo do conjunto de aterramento temporário;
} Fornecer boa conexão elétrica e mecânica no condutor a ser aterrado;
}  Possuir dispositivo para fixar o cabo por cima do revestimento protetor (isolação), tornando rígida a conexão do cabo-grampo, evitando danos ao condutor por flexão;
}  Possuir suporte de “descanso” com a finalidade de apoiar o outro grampo do mesmo cabo de interligação de fases (antes da conexão do último grampo deste cabo), há necessidade de dois grampos equipados com “descanso” em cada conjunto de 3 cabos para uso em estações.

Vara de manobra/bastão: 
}  Possuir encaixe tipo universal;
}  Possuir elevada resistência mecânica e excelentes qualidades dielétricas;
}  Ter comprimento compatível (articulado quando necessário) com a classe de tensão da instalação sob trabalho, com respeito á distância de segurança mínima.

Suporte de descanso para grampo de aterramento:

Acessório instalado no grampo de aterramento, com a finalidade de transportar o outro grampo do mesmo cabo (que segue para interligação entre duas fases) quando da conexão do primeiro dos grampos; deve ser resistente a esse esforço mecânico, ter diâmetro compatível com a abertura dos grampos e de peso que não comprometa o conjunto grampo – descanso.

Conjunto de equipamento auxiliares:

Acessórios com a finalidade de auxiliar no içamento do bastão de manobra, já conectado ao grampo do cabo de aterramento temporário quando da fixação ao equipamento ou á instalação a ser aterrado.

Estojo para acondicionamento e transporte do conjunto de aterramento temporário:

Estojo ou sacola deve ser de material impermeável para proteção das varas de manobra (e demais acessórios) e acondicionar somente um conjunto, de maneira tal que as varas não sofram atrito no interior do estojo (para que o verniz isolante do revestimento das varas, não seja arranhado).

Procedimentos:

Precauções no aterramento de linhas de transmissão e em estações:
Observar constantemente as instruções normativas vigentes relativas á segurança no trabalho em linhas de transmissão e em estações;
}       O aterramento só pode ser executado após o teste de ausência de tensão no equipamento/instalação, no qual se vai trabalhar;
} Com exceção dos trabalhos que obrigatoriamente exijam equipamento(s) ou instalação(ões) sem aterramento, nenhuma intervenção em equipamento/instalação será iniciada sem que o(os) equipamento(s) ou a(as) instalação(ões) esteja(m) perfeitamente sinalizado(s) e aterrado(s);
}  Proceder quanto aos cabos pára-raios de linha de transmissão isolados, do mesmo modo que para cabos condutores;
}   Considera, antes do aterramento temporário, todos os condutores (inclusive os cabos pára-raios) de média/altas-tensões, como energizados.
}  Tomar precação e dar especial atenção (antes de executar o aterramento temporário) para equipamentos que, mesmo após desligados, permanecem com uma carga elétrica residual, por exemplo, aguardando 30 minutos, no caso de capacitores e cabos subterrâneos de 88 e 138 Kv; 1 hora, para cabos subterrâneos de 230 Kv; 4 horas, para cabos subterrâneos de 345 Kv (ver instruções específicas na instrução normativa);
}     No caso de disjuntores que possuem capacitores de equalização em paralelo com câmaras interruptoras, após desligamento do disjuntor e desenergização completo do mesmo e, estando o disjuntor liberado para o pessoal da manutenção (seccionadoras anterior e posterior abertas), proceder da seguinte maneira, antes de qualquer serviço:
      Sinalizar a área;
      Efetuar o teste de ausência de tensão;
      Religar o disjuntor, a fim de descarregar os capacitores;
      Aterra o disjuntor.
}  Caso o conjunto de aterramento (já conectado á vara de manobra) seja muito pesado, o homem de manutenção deve ser auxiliado por outro que, através da carretilha e corda, aliviará o peso do cabo. É proibida a prática de segura o cabo pelo conector (com as mãos)no ato da conexão a um equipamento ou na instalação ao aterra;
}  Não utilizar pontos de neutro e equipamentos como aterramento, mesmo que seja facilmente acessíveis, pois podem não estar diretamente ligados a terra;
}  Manter o pessoal de manutenção posicionado (quando em serviço) afastado, se possível, dos cabos de aterramento temporário, fornecendo assim uma segurança contra os golpes dos cabos oscilados pela corrente de curto-circuito, numa eventual ocorrência;
}  O pessoal de manutenção situado no solo deve manter-se afastado das estruturas, para evitar a possibilidade de choques elétricos (potenciais de choque).

Localização dos aterramentos temporários.
} Nos condutores da linha desenergizada, nas estruturas anterior e posterior àquela em que o serviço será realizado;
}  Em ambos os lados do ponto a ser seccionado, quando da execução da abertura ou fechamento de “jumpers” ou da desconexão e conexão de cabos condutores;
}    Nos condutores de ambos os lados da área de trabalho;
}    Em local onde seja(m) facilmente visualizados;
}  Em todos os terminais dos cabos de média e alta tensões (de entrada e saída, ou de ambos os lados do(s) equipamento(s) sob intervenção. 

Execução do aterramento temporário – Em linhas de transmissão:
}  Comunicar-se com a equipe de operação solicitando o desligamento da linha de transmissão;
} Vistoriar as condições do equipamento de aterramento temporário (bastões, corda isolante, carretilhas) aprontando-os para uso, verificando ainda as conexões entre os cabos de aterramento e os grampos de conexão (procurando detectar possíveis rompimentos no(s) cabo(s) e/ou anormalidade nos grampos;
}  Planejar o aterramento, o responsável pela equipe deverá informar (e coordenar) quais os serviços que serão  executados e onde serão executados, mostrando-os aos membros da turma para que não hajam duvidas, deverá ainda distribuir as tarefas entre os membros da equipe;
}  Executar primeiro o teste de detecção de tensão pelo aparelho de teste, para comprovar a real desenergização da instalação a ser aterrada;
}  Içar os conjuntos de aterramento temporário pelo uso de carretilhas ou cordas de serviço;
} Conectar o grampo de fixação (ponto de terra) do cabo de aterramento temporário a uma das peças da estrutura de forma a ser obtido um bom contato (no caso de estrutura pintadas, deve-se remover totalmente a camada de tinta no local da conexão);
}   O cabo de aterramento temporário deverá ser acoplado na vara de manobra pelo grampo de aterramento. Em seguida, dirigi-lo ao cabo condutor da fase a ser aterrada e, por fim, apertar o grampo, observando que a seqüência de colocação é da fase inferior para superior ou da mais próxima ao eletricista para a mais afastada;
}   Sinalizar as fases liberadas, conforme instrução normativas relativas á Segurança da Trabalho em Linhas der Transmissão Aéreas;
}   O responsável pela equipe. Após a última atividade, deverá verificar as sinalizações e os aterramentos temporários foram retirados e se não existe mais nenhum obstáculo para a entrega  da linha de transmissão à Operação;
}   Estando em condições (a linha de transmissão), o responsável pela equipe deverá entrar em contato com a Operação, informando que todos os aterramentos temporários, sob a sua responsabilidade, foram retirados.

A sistemática de retirada da sinalização e do aterramento temporário é inversa à colocação, começando pela retirada da sinalização e desconexão do grampo fixado no condutor da fase superior (ou a mais afastada), levando em consideração que já não há mais necessidade do aterramento temporário e já existem condições de liberação do equipamento ou da instalação.  
Teste de ruído.

O teste de ruído é aplicável para tensões maiores que 69 Kv, utilizar detector de tensão eletrônico devidamente testado. O teste de ruído é indicador de ausência de tensão em desligamento. Recomenda-se realizar imediatamente antes de efetuar o aterramento temporário da instalação.

Para verificar se a parte da instalação a ser trabalhada está desenergizada, deve-se aproximar uma ferramenta universal (garfo ajustador de concha ou suporte de concha), conectada a um bastão universal do cabo condutor da instalação até tocá-lo. Caso esteja energizada, haverá um ruído audível característico. O procedimento descrito deverá ser repetido o número de vezes suficiente até não haver dúvidas quanto a inexistência de tensão. 

Execução do aterramento temporário – Em Subestações
} Comunicar-se com o operador, solicitando a desenergização do(s) equipamento(s) ou instalação(ões);
}        Prepara o equipamento de aterramento;
Planejar o aterramento, o responsável pela equipe deverá informar (e coordenar) quais os serviços que serão  executados e onde serão executados, mostrando-os aos membros da turma para que não hajam duvidas, deverá ainda distribuir as tarefas entre os membros da equipe;
} Após as manobras executadas para o impedimento do(s) equipamento(s), o responsável e a equipe deverão, em conjunto, conferir as manobras executadas, confirmando a desenergização elétrica do(s) equipamento(s);
}     Sinalizar e delimitar a área de serviço (conforme instrução normativa relativa à Segurança do Trabalho em Subestações);
} Executar o teste de ausência de tensão para comprovar a desenergização elétrica (de ambos os lados) do(s) equipamento(s) ou da(s) instalação(ões);
}  Conectar o grampo de conexão à terra do cabo de aterramento temporário à malha de terra, tendo o cuidado de limpar o condutor da malha, no ponto de conexão e o outro grampo, conectar (com auxilio de bastão) ao condutor da fase central;
}  Esticar e amarrar o cabo de aterramento temporário em alguns pontos da estrutura do equipamento/instalação, para evitar o chicoteamento provocado pelo esforço mecânico quando de uma descarga pelo cabo de aterramento temporário;
}  Desconectar o grampo da haste de “descanso” e conectá-lo a um condutor de uma das outras fases ainda não aterrada (tendo o cuidado de executar o movimento de limpeza da área de contato);
}  Proceder de maneira idêntica com a outra fase deste lado do(s) equipamento(s) ou da(s) instalação(ões)
} Proceder de maneira semelhante para o outro lado do(s) equipamento(s), conforme os seis últimos sub-itens.

Se for necessário efetuar o aterramento utilizando-se outro arranjo (para atender necessidades especificas), analisá-lo previamente em conjunto com o responsável pelo serviço.

Nos casos em quem a distância entre fases do barramento for grande (por exemplo nas classes de tensão de 345 kV e 440 kV), o que dificulta a execução de “jumper” entre os condutores, o aterramento pode ser feito conectando-se cada fase diretamente à terra. Dessa maneira será utilizado um conjunto de aterramento muito pesado, para tanto, o eletricista deve instalar a carretilha com corda (que irá içar os cabos e bastões para realizar o aterramento, posicionando-a na altura da fase que será aterrada e assim, sucessivamente, para as demais fases. O pessoal que estiver puxando a carretilha, deverá ter o cuidado de observar o balanço da corda para evitar que esta venha a esbarrar em algum equipamento ou circuito energizado.
}  No caso de instalação do cabo de aterramento, no cabo de descida de pára - raio com contador de descargas, o ponto de conexão à terra deve estar abaixo do contador de descargas. O contador de descargas não pode ficar inserido no circuito de aterramento.;
}   A operação de retirada do aterramento temporário e de sinalização, deve ser executada na seqüência inversa à colocação;
}  O responsável pela turma, após a última atividade, deverá verificar se todos os aterramentos temporários foram retirados e se não existe mais nenhum obstáculo para a entrega do(s) equipamento(s) ou da(s) instalação(ões).

Execução do aterramento temporário – Em Subestações  blindadas a SF6
} Os aterramentos são feitos por meio das chaves de aterramento existentes em vários trechos dos compartimentos da estação, comandadas pela operação;
}  Os procedimentos e os cuidados de  isolação e de aterramento, vão depender do arranjo e das instruções específicas para cada estação.

Execução do aterramento temporário – Em Usinas
A sistemática de aterramento em usinas, segue o mesmo procedimento das demais instalações, em conformidade com a NR 10.
Para considera o circuito desenergizado o mesmo terá que, entre as demais condições, estar aterrado conforme os seguintes procedimentos, independente de ser de baixa ou média tensão:
} Prover a equipotencialização do circuito;
}Efetuar o aterramento, sempre conectando primeiro na malha de terra, para em seguida conectar aos condutores ou carcaças;
} O conector deve ser do tipo com garra com parafuso (sargento);
}   A bitola do condutor de aterramento, deve ser compatível com o nível de curto circuito na qual, o equipamento ou os condutores estejam inseridos;
} Os condutores devem ser nus ou com isolação transparente;
} Quando da necessidade de desfazer o aterramento, o(s)primeiro(s) conector(es) a ser(em) retirado(s), será o da carcaça ou condutor, para em seguida o da malha da terra.

Manutenção em conjunto de aterramento.
Todos os componentes necessários para o aterramento de uma linha de um equipamento, deverão ser periodicamente inspecionados, como a seguir:
Verificar se existem fios partidos ou danos físicos no cabo, principalmente próximo aos condutores, antes de cada utilização dos conjuntos de aterramento. A  conexão entre os cabos e os grampos deve ser rígida e limpa. As mandíbulas serrilhadas, devem ser limpas freqüentemente e substituídas quando estiverem danificadas;
Limpar os bastões isolantes e inspecionar quanto à existência de fissuras ou outros danos, além de ensaio periódico de isolamento;
Manusear, armazenar e transportar com cuidado o conjunto de aterramento, de modo a preservar a sua boa condição de uso.

EPC é todo dispositivo, sistema ou meio físico ou móvel de abrangência coletiva, destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros.



sábado, 1 de outubro de 2011

NR - 10 AVANÇADA - SEP. CAPITULO 7 - SINALIZAÇÃO E ISOLAMENTO DE ÁREAS DE TRABALHO



7 - SINALIZAÇÃO E ISOLAMENTO DE ÁREAS DE TRABALHO
Conceitos principais – Os equipamentos de sinalização, devem ser utilizados para delimitar a área de trabalho, diferenciando os equipamentos energizados e os desenergizados, os canteiros de obra e o trânsito de veículos e de pedestre, observe:
}  A área de trabalho, deve ser sinalizada ao nível do solo, com os equipamentos de sinalização com cones, fitas e bandeiras refletivas, grades, placas, assim como lanternas e sinalizadores luminosos intermitentes, nos serviços noturnos, deixando-se um corredor de entrada;
}  Sinalizar os obstáculos ou as escavações que possam causar acidentes, com cones, grades, fitas, bandeiras, etc.
}  Onde for julgado necessário, colocar um ou mais homens com equipamentos de sinalização, para orientação do trânsito de viaturas e pedestres;
}  Na sinalização noturna do trânsito de viaturas e pedestres, deve ser usado o sinalizador luminoso intermitente, assinalando os obstáculos e as escavações que possam causar acidentes;
}  Ninguém poderá deixar de cumprir os avisos, nem ingressar sem autorização, nas áreas isoladas por cordas, fita, bandeiras, grades, placas ou outros meios;
}  Na zona de risco e controlada, além da sinalização, torna-ser obrigatório o uso de protetores isolantes nas partes energizadas, quando necessário. 

A bandeira de sinalização, deve ser usadas para auxiliar a demarcação de locais de trabalho onde possa haver riscos de acidentes.
É exigida pelas autoridades do trânsito, deve ser utilizada nas cargas transportadas que ultrapassem a 1 m da carroceria das viaturas, bem como para a orientação do tráfego de pessoas a veículos.
Antes e após a sua utilização, deve ser inspecionada, para verificar perda de cor, rasgos e condições de fixação. Quando necessário, efetuar a limpeza ou a substituição da bandeira.
No isolamento de áreas, orientação e sinalização do trânsito no local de trabalho, deve ser usado o cone refletivo.
Antes e após a sua utilização, deve ser inspecionado, verificando-se a perda de cores e dos dizeres, bem como a existência de fissuras ou desgastes em geral. Periodicamente, deve ser limpo com água e sabão neutro e enxaguado em água. A guarda dos cones deve ser feita por pilhas de, no máximo, cinco unidades, em local arejado e seco.

A fita de sinalização, deve ser usada no isolamento de áreas, orientação e sinalização diurna e noturna do local de trabalho. Deve ser encaixada nas extremidades cones, podendo ser fixada, também, em grades portáteis, em cavaletes, em torno de postes, nas escadas e em outros equipamentos, delimitando a área de trabalho.
Deve ser limpa com água e sabão e guardada em locais arejados e secos. 

Placa de sinalização   
Devem se fixadas em locais visíveis a fim de alertar os riscos existentes, como por exemplo:
}  PERIGO DE ALTA TENSÃO – para ser fixada em local onde seja necessário alertar a presença de alta tensão, para trabalhadores e terceiros.
}  É PROIBIDO FUMAR – para ser fixada em locais onde haja risco de incêndio.
}  IMPEDIDO, NÃO LIGUE  para ser fixada como aviso de impedimento em equipamentos elétricos.   

Protetor isolante.
Nos trabalhos próximos a condutores ou a equipamentos energizados ou que ofereçam risco de energização, devem ser usados os protetores isolantes, devendo-se adotar o tipo adequado ao nível de tensão elétrica de trabalho. Antes e após a sua utilização, os protetores devem ser inspecionados pelo usuário no sentido de verificar a existência de furos, rasgos, trincas e outros defeitos que comprometam a sua segurança.
Devem ser guardados limpos e secos, isentos de óleo ou de graxa, acondicionados de maneira adequada, fora da ação solar, não podendo ser dobrados e nem abandonados em locais que comprometam a sua segurança. 
Quando retirados dos equipamentos nos quais tenham sido usados, devem ser arriados por meio de cordas e nunca lançados ao solo.
Os protetores armazenados, devem ser ensaiados a cada 6 meses, os em uso, a cada 3 meses. Os ensaios podem ser executados com maior freqüência, dependendo do estado do protetor.

Sinalização de segurança. – Consiste em um procedimento padronizado e normatizado pela empresa, destinado a orientar, alertar e advertir as pessoas sobre os riscos ou as condições de perigo existentes, proibições ou acesso e cuidados ou, ainda aplicados para a identificação dos circuitos ou partes. É fundamental a existência de procedimentos de sinalização padronizados, documentados e que sejam conhecidos por todos os trabalhadores próprios e dos prestadores de serviços.
1 - Utilizada no impedimento operativo de todos os equipamentos e dos dispositivos constantes nas condições de segurança estabelecidas, devendo ser acondicionada na bolsa – envelope transparente, o cartão de impedimento de operação.
2 - Utilizada na sinalização de circuitos elétricos desenergizados, devendo ser instalada na fase de melhor visualização do circuito, desenergizado, após a instalação de cada conjunto de aterramento móvel temporário.
3 – Utilizada nos seguintes casos:
}  Cargas que excedam no comprimento dos veículos de transporte;
}  Sinalização dos equipamentos locais, envolvidos na condição de segurança devendo ser instalada em caráter obrigatório, pela equipe de manutenção;
}  Identificação/visualização dos cabos de aterramentos temporários, devendo ser afixado firmemente no cabo, em local de fácil visualização e identificação;
}  Identificação/visualização dos pontos de conexão do grampo de aterramento temporário;
}  Delimitação do espaço livre de trabalho, acima do nível do solo, após a instalação do aterramento temporário.   

4 –  FITAS.  Utilizada em conjunto com o balizador cônico, quando da delimitação e do isolamento de áreas de trabalho, podendo ainda ser fixada em colunas/pórticos. Não podendo ser utilizada em suportes de equipamentos energizados e não pertencentes ao processo de liberação.

5 – BANDEIRAS.  Utilizada em conjunto com o balizador cônico, quando da delimitação e do isolamento de áreas de trabalho, podendo ainda ser fixada em colunas/pórticos. Não podendo ser utilizada em suportes de equipamentos energizados e não pertencentes ao processo de liberação.

6 – PLACA. Utilizada na sinalização de alerta, quando de serviços em painéis de comando e de proteção. Podendo ser utilizadas duas fitas em forma de “X”

7 – CONES. Utilizado na sustentação de sinalização nas delimitações de áreas para execução de serviços em pátios energizados de subestações, devendo, os mesmos, terem um espaçamento máximo, entre si de 7 m, para que não haja comprometimento da sustentação. Também é utilizada na sinalização noturna como suporte do sinalizador eletrônico a LED.

8 – FITAS ZEBRADAS. Utilizada na delimitação de área de trabalho de obras civis, serviços e obras executadas em áreas internas e externas e em vias públicas, podendo, se necessário, ser acoplada ao cone de sinalização.

9 – FITAS REFLETIVAS. Utilizada em conjunto com o balizador cônico quando da delimitação e do isolamento de áreas de trabalho em regime de linha energizada.
Também é utilizada em conjunto com a placa “Equipamento Energizado”, quando ocorre a existência de equipamentos energizados, nas quais o equipamento, energizado, deverá permanecer delimitado e sinalizado de forma a não existir acesso ao mesmo.

10 – CONES ZEBRADOS. Utilizado na sinalização de áreas de serviços e de obras em vias públicas ou rodovias e orientação de trânsito de veículos e pedestre, podendo ser utilizado em conjunto com a fita zebrada, o sinalizador strobo, a bandeira , etc. Também tem a finalidade de identificação/visualização local de instalação de aterramentos temporários, durante os serviços executados nos períodos diurnos e noturno.

11 – GRADES. Utilizado na sinalização e isolamento de áreas de trabalho, poços de inspeção, entrada de galerias subterrâneas e situações semelhantes.

12 – SINALIZAÇÃO LUMINOSA. Utilizado acoplado á extremidade superior do balizador cônico, quando do isolamento de áreas internas, na execução de serviços no período noturno, devendo ser instalada uma unidade em cada extremidade da área isolada, funcionando sempre no modo intermitente.

13 – PONTOS LUMINOSOS. Utilizado na identificação dos pontos de aterramento temporário, em serviços executados no período diurno e noturno, sendo apenas um sinalizador para cada conjunto de aterramento, devendo ser acoplado á extremidade superior do cone de sinalização ou fixado na estrutura por meio de imã, também na identificação de serviços, de obras, de acidentes e atendimentos em ruas e rodovias.

14 – LUMINOSOS PARA VEÍCULOS; Utilizado para a sinalizar os veículos operacionais, indicando equipe trabalhando na via. Os veículos operacionais e de emergência, devem possuir dispositivos de sinalização giratório de cor amarelo âmbar, instalado de forma fixa ou móvel ao teto da cabine do veículo. Deve ser acionada tanto de dia quanto a noite, quando o veículo se ache em condições delicadas com relação ao fluxo de trânsito ou local onde esteja estacionado.

15 – PLACAS INDICATIVAS DE PERIGOS. Utilizado para advertir as pessoas quanto ao perigo de ultrapassar áreas delimitadas onde haja a possibilidade de choque elétrico, devendo ser instalada em caráter permanente.