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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Plano da Petrobras recebe críticas


Plano da Petrobras recebe críticas

26/07/2011

Valor

Gabrielli, presidente: aumento dos custos operacionais prejudica resultadosO plano de negócios 2011-2015, divulgado pela Petrobras na sexta-feira, continuou sendo alvo de críticas por parte de analistas. Eles elogiam o ganho de importância do segmento de exploração e produção dentro do planejamento de aportes da companhia, mas mantêm ressalvas ao volume de recursos destinados ao refino e alertam para a redução na geração de caixa prevista.

A estatal ressalta que a geração de caixa de 2011 a 2015 ficará entre US$ 125 bilhões e US$ 148,9 bilhões, abaixo dos US$ 155 bilhões previstos no plano 2010-2014, o que levou a críticas de analistas.

Para o Credit Suisse, em relatório assinado pelo analista Emerson Leite, o foco em exploração e produção - que terá direito a 57% dos recursos previstos no plano divulgado na sexta-feira, contra 53% no programa anterior - não significou uma geração de caixa maior, "reforçando nossa tese de que os retornos estão caindo".

O Deutsche Bank segue linha semelhante e os analistas Marcus Sequeira e Luiz Fonseca se dizem "desapontados", em relatório enviado ontem a clientes, com o fato de os investimentos em refino terem se mantido e com o corte de 19% na estimativa de fluxo de caixa, "apesar das metas mais elevadas de produção".

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, ressaltou ontem, na primeira apresentação pública do novo plano de negócios, as razões que levaram à queda na projeção do fluxo de caixa.

O executivo lembrou que uma curva de crescimento de produção "mais apertada" e o aumento dos custos operacionais em todo o mundo na exploração e produção e no refino, além da valorização do real, contribuíram para a queda na estimativa do fluxo de caixa na comparação entre os planos de negócios 2010-2014 e 2011-2015. Mesmo assim, Gabrielli destacou que, em qualquer cenário traçado pela empresa, a relação entre a dívida líquida e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) não vai superar 1,9 vez.

"Estamos em faixa bastante confortável, mesmo nesses dois intervalos", disse, lembrando que o melhor cenário, para uma geração de caixa de US$ 148,9 bilhões até 2015, incorpora uma relação entre a dívida líquida e o Ebitda de 1,5 vezes.

Gabrielli também confirmou que a empresa realizará desinvestimentos de até US$ 13,6 bilhões para ajudar na obtenção de recursos para investir. A empresa pretende realizar a venda de participações em blocos exploratórios, a alienação de fatias em companhias controladas pela estatal e a adequação da gestão de ativos financeiros.

O diretor financeiro e de relações com investidores, Almir Barbassa, frisou que uma das medidas de adequação dos ativos financeiros é a aposta no programa Progredir, no qual um sistema criado entre a Petrobras e os seis principais bancos de varejo do país permite que os fornecedores da petroleira garantam recursos mais baratos, sem precisar da antecipação de recursos, mecanismo usado até então.

"Com isso, reduzimos o custo do financiamento para a cadeia, liberando recursos da Petrobras e reduzindo o custo do produto que compramos", disse Barbassa.

A maior parte dos desinvestimentos, exceção feita à melhora da gestão de ativos financeiros, deverá se dar no exterior, segundo Gabrielli, que evitou antecipar quais ativos poderão ser vendidos. Segundo ele, o processo deverá começar "o mais breve possível".

O diretor da área internacional da estatal, Jorge Zelada, explicou que o desinvestimento é na verdade uma gestão de portfólio que sempre foi realizada, mas nunca havia sido divulgada anteriormente dentro de um plano de negócios.

"A maior parte dos desinvestimentos de ativos no exterior são vendas parciais de participação", disse Zelada.

Gabrielli afirmou ainda que a retirada de US$ 10,8 bilhões em projetos no plano 2011-2015 foi consequência de uma arrumação normal de portfólio.

Na área de abastecimento, que inclui petroquímica e cujos investimentos são constantemente criticados pelo mercado, a redução será de US$ 4,3 bilhões, decorrente principalmente da exclusão de projetos como a tancagem de óleo combustível para térmicas e a logística de querosene de aviação em Brasília. Além disso, a Refinaria Premium, no Maranhão, será postergada e começará a operar em 2016 e não mais em 2014, como previsto anteriormente.

As ações da companhia subiram 2,4% ontem na bolsa.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O EFEITO DAS DROGAS

O assunto é para lá de preocupante, por isso repasso-lhes..... 

As drogas e o álcool transformaram a belíssima e talentosa cantora Amy Jade Winehouse num lixo humano!

 
*MOSTREM AOS JOVENS PARA PREVENI-LOS!!!!
No início, linda e radiante...
Ammy Winehouse y las drogas
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Ammy Winehouse y las drogas

Veja o poder de destruição das drogas...

Ammy Winehouse y las drogas


Pouco a pouco foi se convertendo a este lixo humano...


Ammy Winehouse y las drogas
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Olha o pó no nariz, que vergonha!
Ammy Winehouse y las drogas
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Por favor mostrem aos filhos(as), sobrinhos(as), netos(as), parentes e amigos(as).

E A COPA DE 2011?

Infraero investiu apenas 11,8% dos recursos neste ano
Walter Guimarães
Do Contas Abertas
Considerado como o principal gargalo para a realização da Copa do Mundo de 2014, o setor aéreo brasileiro continua com baixa execução de investimentos. Dados do Ministério do Planejamento apontam que, dos R$ 2,2 bilhões de recursos autorizados no orçamento deste ano, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) investiu apenas R$ 262,1 milhões até o final de junho. O valor corresponde a 5% dos R$ 5,6 bilhões que devem ser investidos no setor até 2014, conforme anunciado pelo governo federal no final de maio.
O desempenho de 11,8% no orçamento deste ano está próximo ao realizado no mesmo período de 2010, que foi de 11,4%. Entretanto, o aumento na dotação de um ano para outro foi de R$ 482,5 milhões. Já os investimentos cresceram apenas R$ 65,2 milhões, em valores atualizados pelo IGP-DI. Em números correntes, ou seja, em moeda da época, o aumento chega a R$ 83,6 milhões. 
Desde a criação da Secretaria de Aviação Civil, em março deste ano, a Infraero deixou de estar vinculada ao Ministério da Defesa. Para a adequação da Lei Orçamentária Anual (LOA), as dotações de investimentos e os dados orçamentários da estatal passaram para a Presidência da República.
O principal programa orçamentário da Infraero é o de Desenvolvimento de Infraestrutura Aeroportuária, com 89,7% dos recursos disponíveis para este ano. Do total de R$ 2 bilhões destinados para o programa, voltado para a construção e reforma de aeroportos, foram investidos R$ 242,5 milhões até o final de junho.
A preocupação do governo federal com o ritmo das obras e reformas no setor ficou clara com o anúncio das concessões de três dos principais aeroportos administrados pela Infraero: Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). O regime de concessão a ser adotado nestes aeroportos foi divulgado no mesmo dia, 31 de maio, que foram detalhadas as obras dos aeroportos vinculados à Copa do Mundo.
Na época, o então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, afirmou que o governo queria combinar “a urgência das obras com os investimentos públicos e privados”. O governo anunciou que a Infraero é responsável por R$ 5,2 bilhões dos R$ 5,6 bilhões que serão investidos. Os outros R$ 408 milhões já são investimentos da iniciativa privada, em decorrência da concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, com leilão marcado para o próximo dia 22 de agosto.
Pelo cronograma da estatal, até dezembro de 2013 todas as obras estarão concluídas, incluindo os Módulos Operacionais, estruturas provisórias para atender o aumento da demanda de setor aéreo. Na semana passada começaram as obras da nova sala de desembarque do aeroporto de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá-MT, construída com esta solução de engenharia. Os aeroportos de Vitória (ES) e Goiânia (GO) também receberão módulos, que foram apelidados de “puxadinhos” pelos usuários, em alusão a pequenos cômodos construídos de forma improvisada.
A assessoria de comunicação da Infraero informou que “já está em fase final a licitação para contratação das obras de reforma e modernização de Confins (MG); e está em andamento a licitação para as obras de reforma e ampliação do aeroporto de Manaus (AM)”.
“Puxadões”
No aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos, os dois novos terminais remotos de embarque, onde os passageiros precisam de ônibus para chegar nas aeronaves, já estão sendo chamados de “puxadões”. O primeiro deles deve entrar em operação até o final do ano, o outro deve estar pronto apenas no final de 2012.
Segundo informações da Infraero, a capacidade do mais movimento aeroporto do país, deve passar de 20,5 milhões para 26,5 milhões. Mesmo assim, conforme planilha disponibilizada pela empresa com o movimento operacional, somente no primeiro semestre deste ano, 14,8 milhões de passageiros embarcaram ou desembarcaram em Cumbica. Com as festividades de final de ano e os quatro feriados do segundo semestre, a estimativa é do aeroporto fechar o ano com cerca de 31 milhões viajantes.
Apenas com a construção do Terminal 3, prevista para novembro de 2013, a capacidade do aeroporto atingirá 35 milhões de passageiros por ano. A assessoria da Infraero passou a informação que o início da terraplenagem do pátio de aeronaves do novo terminal está previsto para agosto, bem como que no próximo domingo, dia 7, começa a reforma da pista principal de Cumbica.
Concessões
Durante a apresentação do balanço das obras do PAC 2, ocorrida na última sexta-feira, dia 29 de julho, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil,  Wagner Bittencourt, anunciou a publicação dos editais das concessões de Cumbica, Viracopos e Brasília para o dia 7 de novembro, com o leilão previsto para o dia dia 22 de dezembro. No cronograma da Infraero, a assinatura do contrato e início dos investimentos privados deve acontecer em fevereiro de 2012.
Antes destes aeroportos, outra concessão já tem data confirmada para acontecer. No dia 22 de agosto, será feito o leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, localizado a 40km de Natal-RN. Em encontro nesta segunda-feira na Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abidb), o ministro Wagner Bittencourt mostrou-se confiante com a realização do leilão. “Existem empresários que têm dado sinalização muito positiva de que vão participar. Acho que o setor aeroviário é muito competitivo em nível internacional. Certamente haverá investidores interessados”, afirmou.
Segundo o ministro, a participação da iniciativa privada se faz necessária. "Precisamos atender os usuários, precisamos investir para isso, precisamos de novas formas para investir mais rapidamente, precisamos de parceiros para colocar recursos para o investimento, precisamos de uma melhor gestão do setor", completou. O governo poderá participar com até 49% do capital das futuras concessionárias dos aeroportos, com participação nos dividendos e na administração.
Os aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG) já contam com estudos de viabilidade e devem ser os próximos a entrar na modalidade de concessão.

Existe uma verdadeira máfia tomando conta da Conab, e PMDB e PTB dividem os frutos da roubalheira.

Luiz Inácio Apedeuta da Silva já se mobilizou para que tenha fim o esforço moralizador do governo. Ele quer que fique tudo como está, com cada corrupto em seu lugar, garantindo o equilíbrio do conjunto.

Gilberto Carvalho, seu espião no Planalto, secretário-geral da Presidência, mandou um recado à base aliada: “Não haverá caça às bruxas”.

Queria dizer com isso que, agora, vai ficar tudo bem, que o preço da governabilidade é a eterna impunidade. Esse é um raciocínio que, incrivelmente, começa a fazer frutos no Brasil.


Um colunista da Folha Online até lançou uma questão que há de excitar a curiosidade acadêmica: Obama só estaria enfrentando dificuldades por falta de um PMDB…
Então vamos falar um pouquinho sobre o… PMDB!
Há um mês, vocês se lembram, VEJA trouxe à luz as lambanças no Ministério dos Transportes. Até agora, já houve 22 demissões, incluindo o ministro, Alfredo Nascimento, do PR.

Na semana passada, a revista informou que Oscar Jucá, então diretor financeiro da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), órgão do Ministério da Agricultura, havia autorizado o pagamento de R$ 8 milhões a uma empresa-fantasma que tinha como sócios um pedreiro e um vendedor de carros.
Oscar, que é irmão de um Jucá mais famoso, o Romero — líder do governo no Senado (PMDB-RR) —, foi demitido por Wagner Rossi, ministro da Agricultura.

Rossi é considerado um dos homens fortes do vice-presidente Michel Temer.

O caso esquentou. Romero pegou o telefone e ligou para o vice-presidente:
“Se você execrar o meu irmão, eu vou de foder”.


O interlocutor respondeu que sua própria manutenção como líder do governo estava condicionada à demissão do irmão. Os dois negam que a conversa tenha tido esse tom. Bem, o fato é que Oscar deixou o posto, mas decidiu botar a boca no trombone em entrevista à VEJA desta semana.

Segundo o ex-diretor, existe uma verdadeira máfia tomando conta da Conab, e PMDB e PTB dividem os frutos da roubalheira.A estatal estaria, por exemplo, protelando o pagamento de uma dívida de R$ 14,9 milhões à empresa Caramuru Alimentos porque se está negociando um, atenção!, pagamento maior: R$ 20 milhões. Os R$ 5,1 milhões a mais iriam para o bolso da cúpula do Ministério.

Outra lambança: em janeiro deste ano, um terreno pertencente à empresa foi vendido por R$ 8 milhões, um quarto do valor de mercado.
O comprador é um amigo do senador Gim Argello (PTB-DF).

Oscar é taxativo: “A Conab é pior do que o Dnit”. Segundo ele, o esquema envolve o próprio ministro da Agricultura; o presidente da estatal, Evangevaldo Moreira dos Santos, e o procurador-geral, Rômulo Sulz Gonsalves Júnior, ambos do PTB.


Leia íntegra da reportagem na revista desta semana. Seguem trechos da entrevista de Oscar Jucá à VEJA.

Volto em seguida:

(…)

O senhor está insinuando que o ministro da Agricultura está envolvido com irregularidades?
Tenho convicção disso, mas não tenho como provar. O ministro e’ um homem do Michel Temer. Faz o que o Temer manda. Mostrou que é poderoso. Deve proporcionar ao vice-presidente muita coisa boa, que eu com certeza não proporcionaria.

É fato que seu irmão reagiu às acusações feitas contra o senhor ameaçando o vice-presidente da República?
Meu irmão deu um recado duro, muito firme ao vice-presidente Temer: não permitiria que eu fosse execrado publicamente. Todo o meio político sabe dos detalhes dessa conversa.
(…)
E o terceiro encontro?

O ministro me chamou outra vez ao gabinete dias depois. Dessa vez mais calmo, sugeriu que eu pensasse na possibilidade de mudar de cargo e disse num tom de voz enigmático: “Fica tranqüilo que você vai participar de tudo”.

O senhor entendeu isso de que maneira?
Receber dinheiro por fora.
Propina?

É, para eu ficar quieto. E eu não topei. Dias depois, quando vocês publicaram a matéria, o Milton Ortolan (secretário executivo do Ministério da Agricultura) ligou e disse que a minha situação era insustentável, que era para eu pedir demissão: “Oscar, fica tranqüilo porque nós vamos tentar compensar a sua perda salarial em outro lugar”. Eu não aceitei e decidi sair. Ali só tem bandido, e não vou trabalhar com bandidos.

Voltei

Sim, meus caros, é isto mesmo: o irmão do líder do governo no Senado acusa o ministro da Agricultura de lhe ter oferecido propina para que se calasse sobre as lambanças numa empresa pública.

E eles são todos do mesmo partido, o PMDB — aquele que faria falta a Barack Obama…

Mas Gilberto Carvalho já anunciou: “Nada de caça ás bruxas!”

O lulo-petismo quer as bruxas soltas para tomar conta do governo, desde que o PT esteja no comando. Por isso Lula voltou a reclamar da imprensa.

É verdade, né?

Com a VEJA fazendo essas coisas, não há corrupto que governe em paz, pô!
30/07/2011

O ROMBO É GRANDE.

Petrobras registra menor investimento desde 2005
Dyelle Menezes
Do Contas Abertas
O Grupo Petrobras, responsável por 84,5% dos investimentos das estatais brasileiras, investiu R$ 3,7 bilhões a menos na execução de obras e compra de equipamentos até junho deste ano, comparativamente ao mesmo período de 2010. Este valor é em moeda corrente, ou seja, sem a atualização do IGP-DI, medido pela Fundação Getúlio Vargas. Se for considerada a inflação do período, a queda chega a R$ 7,3 bilhões.
A estatal aplicou R$ 31 bilhões, cerca de 34% dos R$ 91,3 bilhões previstos para 2011. Em relação aos investimentos dos últimos 11 anos, este desempenho só fica acima dos registrados em 2004 e 2005. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Planejamento, na última terça-feira.
Segundo a assessoria de imprensa da estatal, o decréscimo é conseqüência do grande número de obras concluídas no primeiro semestre de 2010, “que acarretou maior investimento”, o que não significa que as aplicações correntes ao longo do ano serão inferiores as do ano passado. 
A assessoria explica que, geralmente, os investimentos até junho são menores do que nos segundos semestres de cada ano. “Ademais, em média 40% dos nossos investimentos são correlacionados à moeda estrangeira (basicamente dólar) e, com a apreciação do real, a Companhia acaba gastando menos reais para um determinado investimento em dólar. Entre o primeiro semestre de 2010 e o primeiro semestre de 2011, o real passou de R$1,80 para R$1,63, por dólar”.
Neste sentido, a assessoria afirmou ainda, que nenhuma área ou atividade especificamente foi prejudicada. “Ao contrário, ano a ano a companhia vem crescendo a produção de petróleo e gás natural, capacidade de refino, geração de energia, produção de biocombustíveis, etc. Por exemplo, a produção total de óleo e gás natural no Brasil e exterior cresceu 3% comparando-se junho de 2011 contra junho de 2010”.
Plano de Negócios
Na primeira quinzena de maio apareceram sinais do ritmo mais lento de investimentos. Após reunião do Conselho de Administração da estatal, notícias foram veiculadas sobre a revisão do Plano de Negócios para o quinquênio de 2011-2015. A sugestão era reduzir R$ 55,7 bilhões da proposta inicial de investimento, que chegava a R$ 414 bilhões. Com a aprovação do novo Plano de Negócios, no último dia 22 de julho, a redução ficou em R$ 25 bilhões. A estatal deve ter R$ 389 bilhões autorizados até 2015.
Para o economista Edmar Almeida, essa é a principal motivação do decréscimo. “Há o entendimento que este é o momento de tentar segurar os gastos, principalmente em função da inflação. Por outro lado, a Petrobras pode estar tentando adiar pagamentos para gerenciar melhor o fluxo de caixa”, afirma. Todavia, para o especialista em petróleo, não há motivo para alardes. “Por enquanto a situação econômica da Petrobras é bastante saudável, o preço do petróleo está no patamar interessante e atrativo, a priori não há com o que se preocupar”.
Em termos de volume aplicado, o professor observa ainda que o investimento do primeiro semestre de 2011 ficou abaixo de 2010, mesmo assim é o dobro do investido em 2006. “Nos últimos anos a Petrobras vem experimentando um ritmo de investimentos muito forte. Mesmo com a queda registrada neste ano, os valores ainda são altos”.
O atual Plano de Negócios da empresa (2010-2014), prevê investimentos de R$ 189,3 bilhões para a área de exploração e produção e R$ 117,4 bilhões para a atividade de refino. A área de gás e energia tem planejado o gasto de R$ 28,4 bilhões. Segundo Almeida, a área de exploração e produção é prioridade absoluta.
“Do ponto de vista empresarial é bom que estas áreas sejam priorizadas, é o que dá dinheiro. O governo tem que analisar se a diminuição de investimento em gás e energia cria algum problema no setor de energia e se criar, como fazer para ajustar a situação. A Petrobras não tem monopólio, apesar de ser estatal, não podemos esquecer que se trata de uma empresa e precisa pensar nos lucros”, explica.
Para o setor de petroquímica e biocombustíveis estão com previstos de R$ 8,1 bilhões e R$ 5,6 bilhões, respectivamente, em investimentos. Já para a atividade de distribuição o Plano indica R$ 4 bilhões e, finalmente, para a área corporativa o valor é de R$ 4,5 bilhões.
Caminho dos próximos 5 anos
O novo Plano de Negócios (2011-2015) autoriza investimentos na ordem de R$ 389 bilhões e vai contemplar o total de 688 projetos. Haverá a concentração dos investimentos no segmento de exploração e produção, que passa de 53% para 57% dos investimentos. Segundo nota divulgada pela estatal, neste segmento se destaca a inclusão dos novos projetos de exploração na camada do pré-sal.
A novidade fica por conta da inclusão do programa denominado de “desinvestimento”, no montante de US$ 13,6 bilhões. O objetivo é gerir de forma mais flexível o caixa, viabilizando investimentos. Além disso, a estatal pretende implementar ações para aumentar a participação dos fornecedores nacionais e apoiar o desenvolvimento de empresas nacionais inovadoras.
Importância
A Companhia possui 28 empresas no setor de petróleo, derivados e gás natural, em pesquisa, extração, refino, transporte, e distribuição de derivados para o consumidor final.
Segundo a revista “Fortune”, a Petrobras é a 34ª maior empresa do mundo no ranking anual das 500 maiores companhias, divulgados no mês de julho. Entre as sete empresas brasileiras que aparecem no ranking, a Petrobras é a mais bem posicionada, com faturamento de US$ 120,1 bilhões. Entre as empresas que mais lucraram em 2010, a Petrobras aparece em oitavo lugar, com US$ 19,2 bilhões, que representa um crescimento de 23,7% em relação ao ano anterior.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

NOVAS POSTAGENS

Amigos leitores e seguidores


Me desculpando pela descontinuidade da NR 10, estarei retomando as sequencias de postagens, no próximo dia 01/08/2011.
Esta interrupção deve-se a viagens e finalização de meus exames clínicos.


Agradeço a atenção de todos e até breve.


Carlos Augusto Sobrinho

segunda-feira, 4 de julho de 2011

NOVAS POSTAGENS

BOA TARDE LEITORES DE MEU BLOG.


AS POSTAGENS D CURSO DE NR 10, ESTARÃO SENDO RETOMADAS EM 13/07, POIS ESTOU VIAJANDO E O MATERIAL DO CURSO ESTA EM MEU ARQUIVO DO PC.
OUTRAS MATÉRIAS SOBRE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA, ESTARÃO SENDO POSTADOS.