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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Chineses do setor elétrico aguardam condições para entrar no Brasil


Os chineses da Nari Technology, braço industrial e subsidiária integral da State Grid - principal companhia elétrica da China - aguardam os "sinais econômicos" do governo brasileiro para criar uma base industrial no país. Pelo menos é que o afirmaram integrantes da companhia ontem, em Nanquim, capital da província de Jiangsu - sede da companhia.

A Nari Technology é uma empresa de automação industrial, fabricante de equipamentos utilizados em instalações elétricas e também desenvolvedora de softwares de controle para redes de transmissão e de substações. Também produz medidores de energia, como o que temos instalados nos postes de fronte às residências.

Segundo os diretores, a entrada da State Grid no mercado brasileiro pode estar associado ao investimento industrial, mas a política tarifária aplicada sobre importações e os limites de nacionalização definidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) afastam, por enquanto, planos de investimento industrial.

A relação Brasil-China na área elétrica tem se intensificado. A State Grid já possui 14 linhas de transmissão no país e está construindo - em parceria com a paranaense Copel - o linhão da Usina Hidrelétrica de Teles Pires, empreendimento instalado na divisa dos estados do Pará e Mato Grosso.

Além disso, a State Grid já anunciou interesse em disputar o projeto da linha de transmissão que conectará a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), ao submercado do Sudeste, um empreendimento de mais de US$ 10 bilhões.

A relação com o governo brasileiro parece estreita ao ponto de os diretores da Nari Technology sentirem-se confortáveis em indicar as condições econômicas para um eventual investimento em solo brasileiro. O modelo elétrico chinês também parece agradar a presidente Dilma Rousseff.

Apesar de um sistema baseado quase que integralmente na geração térmica a carvão, a China tem conseguido viabilizar o desenvolvimento de tecnologias bastante avançadas no controle de redes de transmissão de longa distância e de propor soluções dentro da chamada "rede inteligente" (smart grid).



Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

VAMOS CONTINUAR VOTANDO NULO E BRANCO, ASSIM eles, TALVEZ APREENDAM E FIQUEM CERTO DAS MUDANÇAS


Um em cada quatro eleitores não votou em ninguém

Somados votos brancos e nulos com abstenções, índice de eleitores que não escolheram nenhum dos candidatos no segundo turno passa de 26%. Percentual é o maior desde 2000
Antonio Cruz/ABr
Dilma e Haddad: o número de eleitores no Brasil que não votou em ninguém é quase duas vezes e meia o número daqueles que elegeram o prefeito da maior cidade do país


Um em cada quatro eleitores decidiu não escolher nenhum 
dos cem candidatos que concorreram às prefeituras no 
segundo turno das eleições municipais de 2012. 
Somados os votos brancos e nulos com a abstenção de 
domingo (28), o índice de rejeição aos candidatos chegou
a 26,58%, maior percentual registrado desde as eleições 
municipais de 2000.
Com base em dados registrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)nas últimas quatro eleições municipais, o Congresso em Foco chegou à conclusão de que nunca houve antes tanto desinteresse por uma disputa eleitoral. Seja por não se sentir representado pelos concorrentes, seja por vontade de não participar do processo. Os números considerados em ambos os turnos foram os dados aos candidatos a prefeito.
O primeiro dado que impressiona é o número de eleitores que sequer compareceu às zonas eleitorais para escolher seu prefeito. Do total de 31 milhões de eleitores que estavam em condições de votar, aproximadamente 6 milhões não foram até as cabinas de votação. Para o cientista político da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer, os motivos são os mais variados. Desde alienação com o processo eleitoral até viagens e doenças são razões para não ir às urnas.
Mas a esses ausentes, somam-se aqueles que, à frente das urnas, preferiram não escolher nenhum dos nomes disponíveis na disputa. Foram registrados 837 mil votos em brancos e 1,5 milhão de nulos, o que chega a um total de 8.433.727 pessoas que, de alguma maneira, não se sentiram representadas pelos políticos na disputa. Das dez cidades com os maiores índices, cinco são do Rio de Janeiro, três de São Paulo, uma de Santa Catarina e outra do Rio Grande do Norte.
O número de pessoas que foi às urnas e não votou em ninguém é duas vezes e meia o número de eleitores que votou em Fernando Haddad, o candidato do PT eleito prefeito de São Paulo, a maior cidade do país. Haddad foi eleito com 3.387.720 votos. É mais que toda a população da Suíça, que tem 7.907.000 habitantes. Equivale ao número de eleitores de Portugal (9,6 milhões). É um dado que chegou a preocupar, no domingo (28), a própria presidenta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia.
O município que teve o maior índice de abstenções e votos brancos e nulos foi Petrópolis (RJ). Na cidade, a Justiça Eleitoral registrou um índice de abstenções de 22,57% (54.480 votos) na disputa em que Rubens Bomtempo (PSB) levou a melhor sobre Bernardo Rossi (PMDB). Também houve 4,18% (7.806) de votos brancos e 12,48% (23.328) de nulos.
Outras duas cidades fluminenses vieram em seguida. Niterói e Nova Iguaçu, que teve a maior abstenção proporcional do país, tiveram 34,24% e 33,24% respectivamente. Os municípios paulistas Campinas, Santo André e Guarulhos, a catarinense Florianópolis, Belfort Roxo (RJ) e Natal, capital do Rio Grande do Norte, completam a lista dos dez mais.
Só um terço do que poderia
No total, porém, ninguém supera a maior cidade da América Latina. O petista Fernando Haddad, ex-ministro da Educação nos governos de Lula e de Dilma Rousseff, venceu o tucano José Serra com aproximadamente um terço do total de votos possíveis na capital paulista. São Paulo, na lista proporcional, fica em 11º na lista dos municípios com a maior quantidade de abstenções, brancos e nulos: 29,27%.
Um dado preocupante é que a adesão do cidadão aos candidatos às eleições parece diminuir a cada ocasião. Desde 2004, a soma das abstenções com os votos brancos e nulos só faz crescer a cada eleição. Quando se consideram apenas as abstenções, os percentuais oscilam mais. Nos dois turnos das eleições de 2000 e 2004, o índice se manteve estável, flutuando entre 20% e 22%. No entanto, no pleito municipal passado, especialmente na segunda tomada de votos, o percentual cresceu e passou dos 24%. Em 7 de outubro, a marca de abstenções, brancos e nulos chegou a 25,7%. No último domingo, os dados do TSE apontam para 26,6%.
Preocupação
No domingo (28), a presidenta do TSE, Cármen Lúcia, demostrou preocupação com o aumento do índice. No primeiro turno, a abstenção ficou dentro da média histórica para os pleitos municipais, entre 14% e 16%. No entanto, no segundo turno a ausência subiu três pontos percentuais. Ela, inclusive, acrescentou que a análise é uma tarefa para “especialistas, os cientistas políticos”. Para Fleischer, votos brancos e nulos e as abstenções têm origens diferentes. Uma reflete a vontade de votar, a outra não.
Cármen Lúcia sugeriu que, após identificar as razões para o aumento da abstenção – também recorde de 2000 para cá na disputa municipal –, sejam tomadas providências para diminuir o número.  “Devemos nos debruçar sobre esses dados para que tenhamos uma verificação adequada de suas causas e consequências, (…) para convidar com mais eficácia todos esses eleitores que se abstiveram de votar nas eleições de 2012”, disse.
Na prática, o voto no Brasil não é obrigatório. Apesar de a legislação prever que o eleitor deve escolher seus candidatos a cada dois anos, sob pena de diversas sanções, isso só acontece caso ele não compareça a uma zona eleitoral e não apresente depois qualquer justificativa. Ou seja, quando a abstenção é justificada, quem deixou de votar não terá nenhum problema.
Fleischer lembrou que os dados analisados pelo Congresso em Foco estão acima da média histórica. Ele entende que, em eleições mais disputadas, como foi o caso de Curitiba, por exemplo – a soma de abstenção, brancos e nulos ficou em 16,04% – existe uma vontade maior do eleitor em participar. Porém, em casos onde existe uma diferença grande entre os dois candidatos, ocorre o efeito “já ganhou, já perdeu”. “As pessoas acham que não precisam votar”, disse.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O veneno que assassinou Jango ainda assombra a democracia


publicada em 26 de outubro de 2012

João Goulart foi deposto pelos militares em 1964 e, em 1976, foi assassinado no exílio a mando do presidente Geisel , segundo confissão do ex-agente secreto do Uruguai, Mário Neira Barreto. O ministro do STF, Marco Aurélio Mello, recentemente, considerou o golpe como "um mal necessário"...
Na semana decisiva do julgamento do mensalão no STF e das eleições em São Paulo, em que, casadinhos e entrosados, Judiciário e imprensa conservadora se completam no ofício de produzir notícias e propagá-las com fins eleitorais, eis que surge uma revelação nebulosa do passado recente do país.

Segundo declarações do ex-agente do serviço secreto uruguaio, Mario Neira Barreto, o ex-presidente João Goulart foi envenenado a mando a ditadura brasileira, com conhecimento e autorização do presidente Ernesto Geisel, a pedido do ex-delegado Sérgio Paranhos Fleury, do Dops (Departamento de Ordem Política e Social).

Aos poucos a verdade vai surgindo e desvendando plenamente o horror praticado pelo estado de exceção iniciado em 1964 com o golpe dos militares e saudado pela imprensa, à época, como uma resposta democrática ao perigo comunista.

As manipulações midiáticas permanecem como prática comum para a formação de opinião pública favorável aos intentos de uma elite reacionária. Somente as justificativas para a farsa e o golpismo mudaram e se adequaram aos novos contextos políticos.

Hoje estão mais propensas a se desenvolverem nas mais altas cortes do que em quartéis, como ocorrido em Honduras e no Paraguai recentemente.

Segundo trechos de uma entrevista de Barreto a EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), publicados em Opera Mundi , suas confissão e testemunho confirmam a ação terrorista do Estado brasileiro contra um ex-presidente deposto e exilado no Uruguai:

“Passei três anos gravando coisas do Jango, pensando em roubar a fazenda dele,o ouro que ele guardava. Mas então eu sou um ladrão fracassado. Por quê? Eu não roubei nada dele, como ladrão ou bandido eu não me dei bem. Foi uma operação muito prolongada que, no princípio, a gente não sabia que tinha como objetivo a morte do presidente Goulart”.

“Por que o Jango foi o perigo de toda essa história e foi decidida sua morte? Porque o Jango era perigoso por aquele jogo de cintura. Era um político que se aliava a qualquer um para conseguir o objetivo de levar o Brasil novamente a uma democracia”.

“Jango era o pivô porque forneceria as passagens, iria aos Estados Unidos e voltaria com toda aquela imprensa a Brasília, [passando] primeiro em Assunção, onde seria o conclave, a reunião de todas as facções políticas do Brasil que se encontravam dispersos e exilados, e ele faria possível essa reunião”.

“Não era bom para o Brasil...não era bom para os militares, para a ditadura. Daí que foi decidido que o Jango deveria morrer”.

“Primeiro se pensou em um veneno. Os remédios [que Goulart tomava por sofrer do coração] viriam da França, foram recebidos na recepção do hotel Liberty. Foi uma araponga que foi colocada nesse hotel, porque os remédios ficavam numa caixa forte verde. Então o empregado (infiltrado) começou a trabalhar e forneceu um lote com várias caixas de comprimido, ele não comprava uma, comprava um lote. Em cada caixa foi colocado um, apenas um comprimido com um composto. Não era um veneno, mas causaria uma parada cardíaca. Eu acho que o veneno coincidentemente, ele tomou aquela noite. Tanto o relato de Dona Maria Teresa (Fontela Goulart, viúva) quanto do capataz da fazenda é que os sintomas que eles relatam encaixam o que acontece. A pressão sobe, baixa constrição dos capilares, ele tem uma morte rápida., tomou o comprimido e já começou a se debater e, em dois minutos, morreu”. 


O veneno que teria tirado a vida de João Goulart, hoje se apresenta em manobras grotescas da lei, para formular teses capengas que possam agilizar e /ou fragilizar a democracia e anular a vontade do povo.

A poucos dias atrás o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, mais uma vez, afirmou que o golpe, ou revolução, segundo suas próprias palavras, teria sido um mal necessário para o que o Brasil é hoje.

Ao ser questionado pela Rede Brasil Atual, sobre uma afirmação sua em fevereiro de 2010, quando disse que a ditadura foi “um mal necessário tendo em conta o que se avizinhava”, Marco Aurélio saiu-se, tal como Serra, com outra pergunta:

“Eu devolvo a pergunta: sem a revolução – eu não me refiro à ditadura, ditadura é outra coisa – o que teríamos hoje? Não sei”. 

Mello foi ainda mais longe em suas declarações na palestra que deu na Universidade de Guarulhos, sobre “Segurança Jurídica no país”, ao negar, com tamanho impudor, após defender o golpe de 1964 e a deposição de João Goulart , que “o julgamento (do mensalão) não é um julgamento político. Mesmo porque diante dos ares democráticos da Carta de 1988, nós não poderíamos cogitar de julgamento político”.

Não é preciso avançar mais do que aquilo que está dito e daquilo que se buscou fazer entender.

Mello ao defender o “mal necessário de 1964”, a noite negra que envolveu o Brasil por longos, tenebrosos e torturantes 21 anos, não precisava tentar emendar com aquilo que não tem lugar em seu pensamento conservador.

O julgamento molda-se também como peça integrante de um golpe, que não depende apenas de alguns atores envolvidos para se concretizar de fato e de direito. Os acontecimentos expostos a todos os brasileiros, de maneira premeditada, em conjunto entre a grande imprensa, oposição e o Judiciário, constatam a associam para reverter a vontade popular sem a necessidade do voto e quando da necessidade do sufrágio, ações parametrizadas para influir no desejo da maioria por meio de peças jurídico-política-midiática.

O ministro foi, hoje, frontalmente contrariado pelos registros vivos da História, de que mal algum é necessário para o bem da sociedade como um todo, muito menos aqueles que são efeitos de avanços golpistas produzidos para proveito de poucos em detrimento dos anseios da grande maioria.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MWh - JÁ PASSA DE R$ 300,00


PLD passa dos R$300 por MWh

PLD não ultrapassava os R$ 200/MWh desde fevereiro de 2008
Da redação
Crédito: Getty Images
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) divulgou nesta sexta-feira (11/10), o Preço de Liquidações de Diferenças (PLD) válidos de 13 a 19 de outubro. De acordo com o órgão, o preço médio da 3ª semana de outubro de 2012 foi fixado em R$ 322,49/MWh para os submercados Sul e Sudeste e R$ 329,04/MWh para Norte e Nordeste.
A CCEE informou que a redução das afluências do Sistema Interligado Nacional (SIN), verificada em todos os submercados, principalmente no Sudeste e Sul, foi determinante na elevação dos preços médios.Além disso, o limite de envio de energia do submercado Sudeste para os submercados Norte e Nordeste foi atingido em todos os patamares de carga, o que resultou em diferença de preços entre estes submercados.
O PLD voltou a registrar valor acima dos R$ 200/MWh na segunda semana deste mês, cenário que não a acontecia desde outubro de 2010 nos submercados Nordeste e Norte, conforme apontou a Comerc. Se consideradas as regiões Sudeste/Centro-Oeste e Sul, a situação ocorreu pela última vez em fevereiro de 2008. 

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - FATOS HISTÓRICOS


Mulla da Silva - o estúpido

 
Lula, o nosso "ex-comandante", fez uma declaração "histórica, na semana passada, na posse de diretores do Sebrae:

"Temos que reconhecer que a situação é delicada, e que essa crise é, possivelmente, maior que a crise de 1929. E temos que reconhecer que o Roosevelt só conseguiu resolver a crise de 29 por causa da II Guerra Mundial.
Como não queremos guerra, queremos paz, nós vamos ter que ter mais ousadia, mais sinceridade, mais inteligência, porque... eu não quero, uma guerra, para resolver um problema econômico, tenha 6 milhões de mortos".

 
COMENTÁRIOS PERTINENTES/ REGISTROS HISTÓRICOS.

1. A Segunda Guerra Mundial não teve absolutamente nada a com a crise americana de 1929;

2. A Segunda Guerra Mundial foi motivada pelas condições impostas à Alemanha pelos vencedores da Primeira Guerra Mundial, que durou de 1914 a 1918;

3. A Segunda Guerra Mundial começou em 1939 e terminou em 1945 e os Estados Unidos mandou suas tropas para Europa – entrou na guerra contra a Alemanha - em 1941;

4. A Segunda Guerra Mundial encerrou com 52 milhões de mortos, quase dez vezes mais que o número que o boçal falou;

5. Seis milhões foram as vitimas do Holocausto, patrocinado pelos nazistas. O dito cujo confundiu tudo o que a assessoria dele informou (tenha paciência, não queira que a limitada massa cinzenta dele decore tudo que lhe passam);

6. Em 1929, o mundo não tinha e nem imaginava o que seria uma economia globalizada;      

7.O Presidente Franklin Delano Roosevelt resolveu a crise americana diminuindo custos e impostos, e reduziu drasticamente as despesas do governo, exatamente o contrário do que a antológica anta e seus ministros não fizeram e que o atual governo também não está fazendo;

8
. Pela declaração imbecil, Sua Excia Metalurgí­ssima, Sr. Luís Inácio Lula da Silva, imagina que a crise só será extinta por meio de uma guerra mundial, mas ele, "o grande pacifista e magnânimo lí­der" não admitirá uma guerra mundial para que a crise seja solucionada, muito menos com 6 milhões de mortos. É mole?

 E esse é o cara que atingiu 74% de popularidade...

DÁ para acreditar?

Eu faço parte dos 26% que nem podem ouvir falar no nome dele e do PT & Cia, sem que fiquem com o estômago embrulhado e com ânsias 

 insuportáveis...
DEUS SALVE A NOSSA PÁTRIA!









domingo, 14 de outubro de 2012

AUTO SUFICIÊNCIA EM ÁLCOOL É PETRÓLEO - SEGUNDA O PETRALHA lula



Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética  com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito  aplaudido por todos.
Na época, este país lendário começou a expor  até para outros países mais desenvolvidos.
Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente  quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.
A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram  a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou  algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado.  A o mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio.
 Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos  alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes,  começou a importar álcool e gasolina.
 Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros  e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobras Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, par a  honrar contratos firmados.
 Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada à gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa  produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para nãofaltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata   e compra mais cara, por força de contratos.
A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British  Petroleum), compraram no último ano várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar,  e já são donas de 25% do setor. A verdade é que hoje este país exótico exporta o álcool e a gasolina a  preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo.
Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se BRASIL.

 

 




sábado, 13 de outubro de 2012

O POVO IDIOTA, OS CORRUPTISTAS, AINDA ACREDITAM NESTE CANALHAS, PELO ASSISTENCIALISMO BARATO QUR PROPORCIONA A VAGABUNDAGEM.


Só falta a vitória do PT para 'lavar a alma', diz absolvido

UBLICIDADE
P
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DE SÃO PAULO
Absolvido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no processo do mensalão, o ex-deputado federal Professor Luizinho (PT), líder do governo Lula na Câmara na época do escândalo, estava com a mulher, Ana Lucia, quando recebeu a notícia do resultado do julgamento. Ana Lucia fez aniversário na quinta-feira.
"Toneladas saíram das nossas costas", disse ontem à Folha. Dizendo-se "feliz, mas não totalmente", em razão da condenação de petistas como José Dirceu e José Genoino, afirma que a vitória no segundo turno das eleições será a redenção.
"Para que minha alma possa ser lavada plenamente do ponto de vista pessoal, neste momento, é garantir os segundos turnos." Ele mora em Santo André (SP) e é dono de uma consultoria. Leia os principais trechos da entrevista:
Alex Almeida - 17.mar.08/Folhapress
O ex-deputado Professor Luizinho, do PT, absolvido no julgamento do mensalão
O ex-deputado Professor Luizinho, do PT, absolvido no julgamento do mensalão
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Folha - Como o sr. se preparou para o dia do julgamento?
Professor Luizinho - Eu estava com minha esposa, era aniversário dela, estávamos juntos em um canto mais isolado porque a gente queria acompanhar só nós dois juntos. Toneladas saíram das nossas costas.
Após sete anos de espera, como o sr. recebeu a notícia de que havia sido absolvido?
Fico muito feliz, não totalmente feliz, mas estou muito feliz. Uma coisa é certa, esses sete anos deixaram marcas que nunca sairão.
O sr. está decepcionado com as condenações?
No caso do Genoino, do Dirceu, do João Paulo Cunha. Para mim, de verdade, acho que teve mudança na jurisprudência para poder garantir que eles pudessem ser condenados. Comigo, a falta de provas possibilitou que eu tenha esse resultado.
Genoino tem razão de estar abatido. Não é possível uma pessoa que teve sua vida em risco para garantir que o Brasil tivesse a democracia plena que está vivendo hoje ser cassado, condenado.
Nesse processo de democracia, da forma como foi feito, com pressão da imprensa, da oposição, é uma violência. Respeito a decisão do Supremo, mas querer que eu concorde com ela? Não posso, com ela não vou concordar nunca. Temos processos anteriores em que pessoas foram inocentadas porque se adotou outro caminho.
No caso do sr., então por que houve absolvição?
Sempre fui um articulador do governo lá dentro [Câmara] e sempre articulei para garantir que os projetos do meu presidente, do meu governo, fossem aprovados. E sempre fiz isso às claras, com a imprensa na porta da minha sala. Falava com a imprensa, e a imprensa sabia quais eram os parâmetros que eu adotava. E sempre acredito que a imprensa nunca teve nenhuma dúvida, porque acompanhou toda minha atuação lá dentro. E no processo isso nunca foi posto em jogo, não é? Como eu poderia estar envolvido em um processo cujo pressuposto era a compra de votos? Sendo líder do governo, eu era quem conduzia as votações, se eu não votasse a favor do governo perderia o meu cargo. Estranho era estar dentro do processo. Mas o Supremo recompôs a razão.
A princípio, o julgamento parece não ter afetado o desempenho do PT nas urnas?
O povo acompanhou esse processo diuturnamente, mas o povo percebeu que tinha coisas estranhas. Tem um pouco daquele sentimento semelhante daquela coisa, da mulher, da namorada, que possui um sexto sentido. O povo possui esse sexto sentido. Está percebendo: "Tá muito carregado isso aqui".
Então a população deu um voto de confiança ao PT?
O povo pensa: "Um partido que nos tira de situação de desencontro, que honra, que pode não ter feito tudo na intensidade que queria, mas que fez, que demonstrou que tentou fazer, que está fazendo". No governo Lula, é inegável a revolução, do miserável que deixou de ser miserável, dos pobres que deixaram a ser pobres. O povo pensa: "Não é possível". É o sexto sentido do povo, dá nisso.
Na oposição há uma elite rancorosa com o PT, que não aceita que o operário tenha conseguido fazer. Ou não tinham vontade ou competência. Ou é inveja mesmo. Para que minha alma possa ser lavada plenamente do ponto de vista pessoal, neste momento, é garantir os segundos turnos. A vitória, que isso aí ajuda a lavar nossa alma.